India e Paquistão se envolvem em mais uma de uma longa história de escaramuças entre os dois países. O palco é a região da Caxemira.
India e Paquistão: incidente na Caxemira
India e Paquistão se envolvem em mais uma de uma longa história de escaramuças entre os dois países. O palco é a região da Caxemira.
A grande mídia é distante dos temas de Defesa, e quando se aventura, muitas vezes é mal assessorada e acaba produzindo matérias que levam a conclusões errôneas.
Continuação da análise sobre a necessidade de o Brasil investir em sistemas de defesa antiaérea de longo alcance através da avaliação dos riscos representados pelas forças aéreas vizinhas.
Uma interessante história da guerra fria: o relato de um oficial a bordo de um Tu-95 “Bear” em missão para fotografar o então novo porta-aviões USS Carl Vinson em testes de mar. O relato mostra a ousadia da tripulação russa a pouco mais de 100km da costa americana. Acompanhe esta cativante narrativa trazida por Valter Andrade.
Nos fóruns de debate de Defesa, é comum a afirmação de que o Brasil é deficiente em defesa antiaérea. É recorrente a comparação com a Venezuela e seu temido sistema russo S300. Esta análise visa contribuir para este debate, procurando explorar objetivamente os riscos que enfrentamos.
O conceito de Guerra Híbrida pode ser polêmico, e muito se tem escrito sobre o tema. Confira o artigo esclarecedor escrito pelo Desembargador Reis Friede.
Em Setembro de 1976, o 1o. tenente da força aérea soviética Victor Belenko aterrissou de surpresa em Hakodate, no Japão, com o mais avançado caça da URSS, o Mig-25 “Foxbat”, uma incógnita no ocidente. Belenko obteve asilo nos EUA, que antes de devolver o caça, o examinaram para descobrir seus segredos. Conheça essa história na estréia do jornalista Valter Andrade!
Muito se tem especulado sobre a situação da Venezuela. Maduro, cujo governo é cada vez mais instável, vem denunciando conspirações para remove-lo do poder por parte dos EUA, Colômbia e Brasil. Rumores alarmistas invadem a Internet. Mas temos realmente algo a temer?
Talvez devido a Batalha do Somme, com mais de um milhão de mortos, ter ocorrido pouco tempo depois, a Batalha da Jutlândia acabou ficando um pouco esquecida pela História. No entanto, com mais de 6.000 marinheiros britânicos mortos – contra 2.500 alemães – foi o dia mais sangrento da história da Marinha Real.
O Duque de Wellington disse que Napoleão inspirava tanta confiança que sua presença no campo de batalha valia por 40 mil homens. Saiba como ele motivava e homenageava a coragem de seus soldados.