Radar Semanal 02/07/21

Meninas ensaiam na Praça Tiananmen, Pequim, antes do desfile comemorativo do 100º aniversário da fundação do Partido Comunista Chinês (Foto: Foreign Policy).

Nesta edição do Radar, trazemos uma matéria sobre a realização de jogos de guerra conjuntos entre os EUA e o Japão, em preparação para um possível confronto com a China por Taiwan; um artigo explana como a OTAN vem evoluindo sua concepção sobre ataques cibernéticos; uma avaliação da relação entre a União Europeia e a Turquia; e uma análise mostra que o partido chinês mantém uma consistência nacionalista ao longo de seus 100 anos de existência.

Chefe da defesa do Japão preocupado com a atividade militar da Rússia nas Ilhas Curilas

Dois caças F-15 da Força de Autodefesa Aérea do Japão (Foto: Angelique Perez/USAF).

Na Rússia, o Ministério da Defesa afirma que os voos de seus jatos militares ocorrem em estrita conformidade com as regras internacionais de uso do espaço aéreo.

Ministro da Defesa japonês diz que é preciso “acordar” para proteger Taiwan

Yasuhide Nakayama, então Ministro das Relações Exteriores do Japão, durante a Cúpula da Casa Branca sobre Combate ao Extremismo Violento em Washington, em 19 de fevereiro de 2015 (Foto: Joshua Roberts/Reuters).

O Ministro da Defesa do Japão questionou a decisão de seguir a política de “uma China”, que reconhece Pequim em vez de Taipé desde os anos 1970.

Poder militar e “pontos de ignição” mudam do Ocidente para o Oriente

Imagem: Times of India.

Nas duas últimas décadas, os Estados Unidos vêm destacando mais tropas para o Leste Asiático e o Pacífico do que na Europa e Oriente Médio. A Ásia atualmente responde por metade dos desdobramentos de tropas americanas no exterior.

Paquistão alerta países asiáticos contra “rivalidade de grande poder” na região

Primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan (Foto: Anadolu).

A Ásia não deve se tornar palco de tensões induzidas de fora ou de dentro, diz o primeiro-ministro Imran Khan, acrescentando que as diferenças e disputas na Ásia exigem soluções asiáticas com base em valores e interesses asiáticos.

USAF foca em fundos de construção para 2022 na Europa, Pacífico e em armas nucleares

Linha de voo de F-16C do 457º Esquadrão Expedicionário de Caça da USAF na 71ª Base Aérea em Campia Turzii, na Romênia, em junho de 2019 (Foto: Megan Crusher/USAF).

Líderes militares dos EUA estão preocupados com as instalações europeias, visando conter a influência russa na região, e com instalações no Pacífico fundamentais para superar a China.

Radar Semanal 14/05/2021

Photo: Pedro Ugarte/AFP/Getty Images.

Hoje no Radar: uma avaliação da (equivocada) política para transgêneros do Pentágono; o almirante Stavridis analisa os principais “pontos de ignição” com a China; o fiasco dos militares venezuelanos em enfrentamentos com as FARC e a ELP; e um complemento (ou mesmo contraponto) à matéria da revista The Economist sobre Taiwan.

Japão, EUA e França realizam exercícios conjuntos

A fragata francesa Surcouf ficará estacionada no Mar do Leste da China (Foto: SCMP).

Exercícios ocorrem poucos meses depois que a França reafirmou compromisso com o Indo-Pacífico; frota francesa é parte de uma maior presença de forças europeias na região.

Radar Semanal 07/05/2021

O submarino JS Soryu (SS-501) da Força de Autodefesa Marítima do Japão chega a Guam para uma visita ao porto (Foto: Lauren Spaziano/US Navy).

Nesta edição do Radar, a China está em foco: uma avaliação sobre as possibilidades de defesa de Taiwan; uma análise sobre a aproximação, preocupante para os EUA, entre a China e a Rússia; e as possíveis atividades dos submarinos japoneses num eventual conflito com a China. E, para quebrar um pouco o assunto China, um artigo especula sobre a retirada dos EUA no Afeganistão e possíveis implicações para o Reino Unido e a OTAN.

Japão intensifica suas capacidades de defesa em novos domínios

Aeronave de vigilância da Força de Autodefesa Marítima do Japão sobrevoa as disputadas ilhas que a China chama de Diaoyu e o Japão chama de Senkaku. Tóquio está aprimorando suas capacidades de defesa em novos domínios, com foco na defesa de seu território (Foto: Kyodo).

Analistas dizem que o foco de Tóquio no espaço, ciberespaço e espectro eletromagnético é puramente defensivo; País criou unidade de guerra eletrônica e os planos incluem mais satélites, hackers de combate e uma aeronave projetada para bloquear radares inimigos.