As alianças americanas no Indo-Pacífico

Embarcações das marinhas da Índia, EUA, Japão e Austrália participando do exercício Malabar 2020. O porta-aviões USS Nimitz, da Marinha americana, o submarino INS Khanderi e o porta-aviões INS Vikramaditya, da Marinha indiana, podem ser vistos na imagem (Foto: Marinha da Índia).

As alianças dos Estados Unidos na região do Indo-Pacífico vão além do recém anunciado pacto AUKUS, e incluem também o diálogo Quad e o mais antigo Five Eyes.

Radar Semanal 24/09/21

Embarcações da Força de Autodefesa Marítima do Japão, da Marinha dos EUA, e da Marinha Indiana em exercício conjunto na Baía de Bengala em 17 de julho de 2017 (Foto: Kyodo).

*EXCLUSIVO ASSINANTES* Submarino do AUKUS pode abrir precedentes; satélites comerciais estão transformando a inteligência; os EUA excluem Índia e Japão da aliança com Austrália e Reino Unido; o Quad, coalizão entre EUA, Austrália, Índia e Japão, ainda está por mostrar seu valor.

Infográfico: 76 anos do bombardeio atômico do Japão

Imagem: Universal History Archive/UIG via Getty images.

Quando os EUA lançaram bombas atômicas nas cidades japonesas de Hiroshima, em 6 de agosto, e Nagasaki, em 9 de agosto, durante a Segunda Guerra Mundial, isso causou a morte de dezenas de milhares e destruição em toda a cidade.

Radar Semanal 02/07/21

Meninas ensaiam na Praça Tiananmen, Pequim, antes do desfile comemorativo do 100º aniversário da fundação do Partido Comunista Chinês (Foto: Foreign Policy).

Nesta edição do Radar, trazemos uma matéria sobre a realização de jogos de guerra conjuntos entre os EUA e o Japão, em preparação para um possível confronto com a China por Taiwan; um artigo explana como a OTAN vem evoluindo sua concepção sobre ataques cibernéticos; uma avaliação da relação entre a União Europeia e a Turquia; e uma análise mostra que o partido chinês mantém uma consistência nacionalista ao longo de seus 100 anos de existência.

Chefe da defesa do Japão preocupado com a atividade militar da Rússia nas Ilhas Curilas

Dois caças F-15 da Força de Autodefesa Aérea do Japão (Foto: Angelique Perez/USAF).

Na Rússia, o Ministério da Defesa afirma que os voos de seus jatos militares ocorrem em estrita conformidade com as regras internacionais de uso do espaço aéreo.

Ministro da Defesa japonês diz que é preciso “acordar” para proteger Taiwan

Yasuhide Nakayama, então Ministro das Relações Exteriores do Japão, durante a Cúpula da Casa Branca sobre Combate ao Extremismo Violento em Washington, em 19 de fevereiro de 2015 (Foto: Joshua Roberts/Reuters).

O Ministro da Defesa do Japão questionou a decisão de seguir a política de “uma China”, que reconhece Pequim em vez de Taipé desde os anos 1970.

Poder militar e “pontos de ignição” mudam do Ocidente para o Oriente

Imagem: Times of India.

Nas duas últimas décadas, os Estados Unidos vêm destacando mais tropas para o Leste Asiático e o Pacífico do que na Europa e Oriente Médio. A Ásia atualmente responde por metade dos desdobramentos de tropas americanas no exterior.

Paquistão alerta países asiáticos contra “rivalidade de grande poder” na região

Primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan (Foto: Anadolu).

A Ásia não deve se tornar palco de tensões induzidas de fora ou de dentro, diz o primeiro-ministro Imran Khan, acrescentando que as diferenças e disputas na Ásia exigem soluções asiáticas com base em valores e interesses asiáticos.

USAF foca em fundos de construção para 2022 na Europa, Pacífico e em armas nucleares

Linha de voo de F-16C do 457º Esquadrão Expedicionário de Caça da USAF na 71ª Base Aérea em Campia Turzii, na Romênia, em junho de 2019 (Foto: Megan Crusher/USAF).

Líderes militares dos EUA estão preocupados com as instalações europeias, visando conter a influência russa na região, e com instalações no Pacífico fundamentais para superar a China.

Radar Semanal 14/05/2021

Photo: Pedro Ugarte/AFP/Getty Images.

Hoje no Radar: uma avaliação da (equivocada) política para transgêneros do Pentágono; o almirante Stavridis analisa os principais “pontos de ignição” com a China; o fiasco dos militares venezuelanos em enfrentamentos com as FARC e a ELP; e um complemento (ou mesmo contraponto) à matéria da revista The Economist sobre Taiwan.