O que significa voltar a aderir à Europa?

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltemberg, participam da cúpula da OTAN, em Bruxelas (Foto: Reuters).

“A UE parece relutante em iniciar ações de longo alcance contra a China, preferindo ações mais modestas e menos arriscadas … A clareza da missão da OTAN na Guerra Fria já não existe. Em uma questão fundamental para os Estados Unidos, retornar à Europa traz retornos mínimos.”

A OTAN defender a Europa é um sonho impossível

O Secretário-Geral da OTAN, Jens Stoltenberg, em coletiva de imprensa na sede da OTAN em Bruxelas, na Bélgica (Foto: Emmanuel Dunand/AFP/Getty Images).

A OTAN hoje não pode defender a Europa, e nem a Europa pode defender a Europa, a menos que grandes mudanças sejam feitas refletindo um compromisso dos EUA com a aliança.

A integridade territorial do Azerbaijão não tem nada em comum com o Nagorno-Karabakh

Soldados do Exército de Defesa do Nagorno Karabakh liderado pela Armênia em um caminhão seguindo para a cidade de Martakert, em 29 de setembro de 2020 (Foto: Narek Aleksanyan/AFP).

É opinião comum que o Nagorno-Karabakh é um conflito insolúvel, pois dois princípios do direito internacional se contradizem: o direito à autodeterminação e o direito à integridade territorial. Mas a situação parece ser diferente, já que o Artsakh –nome histórico armênio do Nagorno-Karabakh – não tem nada em comum com a integridade territorial do Azerbaijão, e, neste artigo, a autora mostra por quê.

Marinha da Rússia aposta em novos navios de guerra menores carregados com mísseis

Longe de ser a força enfraquecida da década de 1990, após a Guerra Fria, a Marinha da Rússia agora tem um papel maior e mais importante na estratégia de defesa do país.

A perspectiva estratégica da China

O presidente chinês Xi Jinping (Foto: Nicolas Asfour/Reuters).

Se um dia os EUA chegarem a enfrentar a China, será fundamental entender como o país enxerga sua posição estratégica, ou como a posição estratégica chinesa a obrigará a agir.

Espiões Espaciais Parte I: Um diamante em órbita

Imagem: Alexandra/Pixabay.

Na década de 1960, a Guerra Fria estava a pleno vapor. Não surpreende que a exploração do espaço se apresentou como um território importantíssimo para operações militares.

Radar Semanal 26/03/2021

Foto: Prefectura Naval Argentina.

Nesta edição do Radar, uma análise do SCMP sobre a união de China e Rússia frente às sanções americanas; artigo da Foreign Affairs avalia que a atual competição entre China e EUA, embora perigosa, não configura uma nova Guerra Fria; no Defense News, os exercícios militares greco-sauditas e possíveis impactos nas relações com os turcos; na Time, as estimativas dos impactos globais do bloqueio no Canal de Suez; e uma análise da expansão da influência chinesa na América do Sul, especialmente na Argentina, e a fraca reação dos EUA.

Especulando sobre a China e Cuba

Num exercício de imaginação, o autor procura traçar um paralelo entre a situação geopolítica da Guerra Fria, envolvendo os EUA e a URSS durante a crise dos mísseis em Cuba, e a atual disputa entre os Estados Unidos e a China, criando um cenário hipotético, mas, nas suas próprias palavras, intrigante. Dado o cenário especulado, cabe a pergunta: Poderia Cuba ser tão importante para a China quanto foi para a União Soviética?

A polarização bélica e a fabricação e uso de arsenais nucleares pelas grandes potências

Na segunda parte de sua série sobre a questão nuclear, Alessandro Andrade Lima aborda a polarização entre os EUA e a URSS, o início da corrida armamentista nuclear e, em sua esteira, a corrida espacial, e começa a tocar no tema “dissuasão nuclear”.

A evolução do estudo do átomo e o início da corrida armamentista nuclear

No primeiro de uma série de artigos sobre a questão nuclear, Alessandro Andrade Lima aborda desde a descoberta do átomo e a evolução das pesquisas, até o desenvolvimento das armas nucleares e o início da corrida armamentista nuclear durante a Guerra Fria.