Fiat Falco “13-95”: A Itália na Batalha da Inglaterra

Imagem: Hobby Search.

O caça italiano Fiat Falco CR.42 conhecido como “13-95” integrou o Corpo Aereo Italiano durante a Batalha da Inglaterra, em um esforço diplomático e publicitário do ditador italiano Benito Mussolini para melhorar sua imagem tanto internamente quanto com seus aliados alemães. Após ser capturado, o “13-95” participou da formação da unidade de avaliação de aviões inimigos da RAF, conhecida como “Rafwaffe”.

Caça F-35 britânico observa manobras navais russas no Mediterrâneo

Jato F-35B operando a bordo do HMS Queen Elizabeth (Foto: Ministério da Defesa britânico).

Exercícios da Rússia envolvem cinco navios de guerra, dois submarinos, bombardeiros, caças e aeronaves antissubmarino; manobras visam garantir a segurança da base aérea Hmeimim e da instalação naval Tartus operadas pela Rússia na Síria.

Moscou diz que tiros de advertência detiveram navio de guerra britânico; Londres nega

Uma aeronave de ataque Su-24, modelo que teria lançado bombas no caminho do HMS Defender (Foto: Serviço de Imprensa do Ministério da Defesa Russo).

O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, alertou que “o mundo está afundando rapidamente em um novo confronto, que é muito mais perigoso do que durante os tempos da Guerra Fria”.

Grã-Bretanha poderia desacelerar suas compras de F-35

F-35B Lightning II conduzindo testes a bordo do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth, em 13 de outubro de 2018 (Foto: Royal Navy).

A Grã-Bretanha havia dito que compraria 138 jatos, mas recentemente se tornou vaga sobre quando e quantos caças acabará comprando.

Jatos F-35B italianos e britânicos treinam juntos pela primeira vez – graças à pandemia

Jato F-35B da Força Aérea Italiana é reabastecido em Pantelleria a partir de um C-130J italiano durante exercício de 8 de junho (Foto: Força Aérea Italiana).

O jato britânico voou do HMS Queen Elizabeth, que segue em missão rumo à Ásia-Pacífico. O F-35B italiano chegou a Pantelleria pela segunda vez, testando plano italiano de implanta-lo em bases com pistas muito curtas.

Novo porta-aviões britânico junta-se à OTAN com mensagem à China

Aeronaves F-35B Lightning II são vistas no convés do porta-aviões HMS Queen Elizabeth ao largo de Portugal, em 27 de maio de 2021 (Foto: Bart Biesemans/Reuters).

Ao longo do percurso de 26 mil milhas náuticas, o HMS Queen Elizabeth fará exercícios com navios das marinhas dos EUA, Singapura, Japão e Coréia do Sul.

O afundamento do Bismarck

Representação artística do encouraçado alemão Bismarck (Imagem: Trumpeter).

Provavelmente o encouraçado alemão mais famoso da Guerra, o Bismarck afundou em 27 de maio de 1941, depois de, por sua vez, afundar o orgulho da Marinha Real, o HMS Hood. Para muitos, o fim do Hood e do Bismarck simbolizou o fim da era dos poderosos encouraçados, substituídos pelos submarinos e porta-aviões.

Grupo de batalha do Reino Unido suspende em sua primeira implantação

A Rainha Elizabeth II visitou o porta-aviões da Marinha Real HMS Queen Elizabeth em Portsmouth em 22 de maio de 2021, horas antes do grupo de batalha suspender em seu primeiro desdobramento operacional. Durante a visita de 45 minutos, a rainha falou para uma plateia de marinheiros, aviadores e fuzileiros navais britânicos e americanos (Foto: Ministério de Defesa do Reino Unido).

O grupo de batalha britânico é tripulado por 3.700 militares das forças armadas do Reino Unido, EUA e Holanda, percorrerá 26.000 milhas náuticas nesta primeira implantação, e irá realizar mais de 70 engajamentos, exercícios e operações.

Por que o Reino Unido está investindo em um novo regimento de rangers

Instrutores militares britânicos participam de demonstração para soldados nigerianos durante sessão de treinamento da Brigada das Forças Especiais 707 em Makurdi, na Nigéria, em 4 de outubro de 2017 (Foto: Pius Utomi Ekpei/AFP).

O novo regimento, composto por quatro batalhões, deve entrar em operação antes do final do ano, e segue ativamente o modelo dos Boinas Verdes norte-americanos.

Radar Semanal 07/05/2021

O submarino JS Soryu (SS-501) da Força de Autodefesa Marítima do Japão chega a Guam para uma visita ao porto (Foto: Lauren Spaziano/US Navy).

Nesta edição do Radar, a China está em foco: uma avaliação sobre as possibilidades de defesa de Taiwan; uma análise sobre a aproximação, preocupante para os EUA, entre a China e a Rússia; e as possíveis atividades dos submarinos japoneses num eventual conflito com a China. E, para quebrar um pouco o assunto China, um artigo especula sobre a retirada dos EUA no Afeganistão e possíveis implicações para o Reino Unido e a OTAN.