Os desafios da política externa do governo Joe Biden

Completando seu primeiro mês no governo, o presidente Joe Biden enfrenta uma série de desafios na política externa, e a forma como sua administração lida com estas questões começa a revelar os novos rumos que os Estados Unidos devem seguir. Os desafios são muitos, destacando-se em especial as disputas com a China e o Oriente Médio.

Radar Semanal 19/02/2021

Neste Radar, a China admite a morte de quatro militares nas escaramuças com a Índia em 2020; a radiografia de uma base de mísseis norte-coreana, pelo CSIS; uma tabela comparativa quantitativa das forças armadas dos países do Oriente Médio; artigo do War on the Rocks com reflexões sobre a Guerra do Golfo; e uma análise do Al-Monitor sobre a tríade Rússia-Irã-Turquia e a situação da Síria.

Especulando sobre a China e Cuba

Num exercício de imaginação, o autor procura traçar um paralelo entre a situação geopolítica da Guerra Fria, envolvendo os EUA e a URSS durante a crise dos mísseis em Cuba, e a atual disputa entre os Estados Unidos e a China, criando um cenário hipotético, mas, nas suas próprias palavras, intrigante. Dado o cenário especulado, cabe a pergunta: Poderia Cuba ser tão importante para a China quanto foi para a União Soviética?

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 3-final)

Na terceira e última parte do artigo, a retirada dos sobreviventes e a conclusão da história desta batalha, épica para os poloneses, um resumo do triste saldo final e as principais perdas de ambos os lados, além de uma análise de aspectos históricos e visões de historiadores que se contrapõem.

As primeiras ações de Biden no Oriente Médio

Os movimentos iniciais de Joe Biden em relação ao Irã e ao Oriente Médio parecem indicar uma mudança radical na política externa americana para a região. É difícil prever quais poderão ser os resultados efetivos, mas, como sempre pode acontecer, ainda que uma política pareça virtuosa seus resultados podem se distanciar muito das intenções.

Golpe em Mianmar: por que agora?

O recente golpe de estado em Mianmar, uma nação governada pelo alto-comando militar durante a maior parte de sua história moderna, não deveria ter sido uma surpresa. Juntas militares e governos fantoches governaram efetivamente o país por quase 20 anos desde a sua independência em 1948.

Saab fará entrega de simuladores do Carl-Gustaf M4 para a Suécia

A Saab recebeu um pedido para entregas do Simulador de Combate Terrestre Carl-Gustaf® M4 Indoor (GC IDT). O valor do pedido é de aproximadamente 135 MSEK (moeda sueca) e as entregas ocorrerão entre 2022 e 2023.

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 2)

Enquanto em 5 de setembro ainda era possível parar o ataque inimigo, no dia seguinte a defesa polonesa quebrou. O comandante-em-chefe, marechal Śmigły-Rydz, ordenou que a unidade do SGO Wyszków, sob Kowalski (as 1ª e 41 de Infantaria, essa última do general Piekarski), então estacionadas nos subúrbios de Pułtusk e Różan, mantivessem o setor seguro de modo que uma retirada para o oeste, na direção do Narew, pudesse ser realizada caso a pressão do inimigo não fosse contida.

Saab e Suécia assinam dois contratos para corvetas de última geração

A Saab e a Swedish Defence Materiel Administration (FMV) assinaram dois acordos relativos à próxima geração de navios de superfície e corvetas. Os contratos no valor de 190 MSEK incluem a fase definição do produto para as atualizações de meia-idade de cinco corvetas da classe Visby e a fase de definição do produto para Corvetas Visby Generation 2.

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 1)

Afoito, quase desesperado, o soldado de artilharia Seweryn Biegański pedala furiosamente pela estrada que atravessa a floresta, rumando na direção de Góra Strękowa, 36 km ao sul. Ele saiu do Forte Osowiec, cidadela que se manteve inexpugnável por seis meses e meio na I Guerra e não foi tomada pelos alemães nem mesmo com o uso de armas químicas. Tem pressa e precisa ter mesmo. É manhã de 10 de setembro de 1939, décimo dia da invasão alemã à Polônia, e Biegański leva uma mensagem ao capitão Władysław Raginis, comandante do setor Wizna.