A experiência ucraniana com os F-16 traz um alerta: diante da proliferação de drones, o poder aéreo depende de logística, manutenção e defesa em camadas, e não apenas da aquisição de aeronaves.
Lições de uma Guerra de Desgaste
A experiência ucraniana com os F-16 traz um alerta: diante da proliferação de drones, o poder aéreo depende de logística, manutenção e defesa em camadas, e não apenas da aquisição de aeronaves.
Uma eventual mobilização russa para explorar avanços na Ucrânia poderia ser apresentada pela OTAN europeia como uma ameaça de invasão, alimentando o medo, a centralização da UE e o risco de uma escalada militar.
**EXCLUSIVO ASSINANTES** Boletim OSINT – Inteligência Aberta no Rádio nº 210 de 12 de outubro de 2026: Panorama de notícias militares, de inteligência, terrorismo, mercado de armas e cibercrime, resultante da escuta de programas de rádio ao redor do mundo.
Entre valores, crenças e evidências, a formação das ideias revela as tensões entre ideologia e método científico. O artigo examina como a subjetividade, o contexto social e a polarização desafiam a interpretação da realidade e os limites da objetividade.
Da Amazônia às Malvinas, Brasil e Argentina compartilham um mesmo horizonte estratégico: unir soberania, conhecimento e cooperação para defender seus territórios, fortalecer a autonomia sul-americana e construir um futuro em que poder e geopolítica estejam a serviço dos povos e das gerações futuras.
A ameaça de Teerã de deixar o Tratado de Não Proliferação reacende o temor de que a guerra e os ataques às instalações nucleares iranianas tenham acelerado, em vez de freado, o caminho do Irã rumo à bomba.
Na guerra da Ucrânia, mapas não são espelhos neutros do front: são versões disputadas do território. Neste artigo, Rodolfo Laterza examina vieses, desinformação e limites das fontes, e defende a checagem rigorosa para aproximar a análise da realidade dos combates.
Entre a rivalidade estratégica e a interdependência econômica, China e Estados Unidos buscam administrar a competição: a cúpula de 2026 sinaliza que a estabilidade não elimina o conflito, mas pode conter sua escalada.
Mais do que mapas e batalhas, a guerra na Ucrânia expõe o verdadeiro poder das nações: sua capacidade de sustentar sua indústria, sua energia e sua defesa, e de transformar seus recursos em força estratégica.
Reportagem do New York Times sobre planos russos de atacar a infraestrutura ucraniana sugere que Moscou combina pressão militar e busca de concessões para encerrar a guerra e abrir espaço para um acordo econômico estratégico com os Estados Unidos.