Radar Semanal 18/06/21

Imagem: Australian Institute of International Affairs.

O Radar desta semana traz um estudo de qual deve ser a próxima Estratégia de Defesa Nacional dos EUA; uma análise da possibilidade de a China invadir a Ilha Pratas, controlada por Taiwan; Uma avaliação da situação militar da França no Sahel, com a Operação Barkhane; e um analista comenta os atritos entre a China e os países da comunidade de inteligência denominada Five Eyes.

US Navy divulga plano de construção naval que descarta os 355 navios e redefine prioridades

O navio de assalto anfíbio USS America navega com o navio de combate litorâneo USS Gabrielle Giffords em 13 de março de 2020, no Mar do Sul da China (Foto: US Navy).

O novo documento da US Navy apresenta o planejamento de construção para uma frota que pode variar de 321 até 372 navios tripulados.

US Army poderá ter micro-ondas de alta potência para destruir pequenos enxames de drones

Enxame de 40 drones em um centro de treinamento em maio de 2019 (Foto: James Newsome/US Army).

US Army está trabalhando em conjunto com as demais forças para desenvolver tecnologia para combater pequenos drones, sejam ameaças singulares ou enxames.

Movimento de tropas russas perto da fronteira com a Ucrânia foram mencionados na cúpula Putin-Biden

Tropas da Rússia na fronteira com a Ucrânia (Foto: Getty).

“Nós, no entanto, estamos agindo em nosso próprio território”, apontou o porta-voz Dmitry Peskov, observando que exercícios com tropas e equipamentos americanos estavam ocorrendo ao longo das fronteiras da Rússia.

Força Espacial dos EUA quer usar sistemas de energia dirigida para superioridade espacial

Sistema de contra-comunicação é usado para bloquear satélites inimigos (Foto: Andrew Bertain/US Space Force).

A Força Espacial dos EUA tem sido pouco clara sobre quais sistemas de armas está desenvolvendo, seja para proteger seus satélites ou para derrotar satélites inimigos.

O que significa voltar a aderir à Europa?

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltemberg, participam da cúpula da OTAN, em Bruxelas (Foto: Reuters).

“A UE parece relutante em iniciar ações de longo alcance contra a China, preferindo ações mais modestas e menos arriscadas … A clareza da missão da OTAN na Guerra Fria já não existe. Em uma questão fundamental para os Estados Unidos, retornar à Europa traz retornos mínimos.”

Respeito mútuo, mas sem amizade no encontro entre Biden e Putin em Genebra

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, encontra-se com seu homólogo russo, Vladimir Putin, em Villa la Grange, Genebra, em 16 de junho de 2021 (Foto: Denis Balibouse/AFP).

Segundo um analista, a reunião talvez não pudesse ter sido muito melhor, mas certamente poderia ter sido muito pior. Se na Guerra Fria líderes americanos e soviéticos assinavam acordos sobre grandes questões, Biden e Putin nunca esperaram grandes avanços em Genebra.

Biden procura minimizar Rússia e estimular aliados na tentativa de encurralar Putin

Os presidentes dos EUA, Joe Biden, e da Rússia, Vladimir Putin, chegam para a cúpula EUA-Rússia em Villa La Grange, em Genebra, Suíça, em 16 de junho de 2021 (Foto: Saul Loeb/Reuters).

Assessores disseram que Joe Biden procurou passar uma mensagem de que Putin, pressionado pela China, vem se isolando no cenário internacional com suas ações.

Segundo analista, apoio de Biden aos acordos de Minsk na cúpula de Genebra é visto como sucesso da Rússia

O presidente dos EUA, Joe Biden (Foto: Patrick Semansky/AP Photo).

Após a cúpula, Joe Biden afirmou que reafirmou a Putin seu apoio à Ucrânia, e ambos os lados “concordaram em buscar a diplomacia relacionada ao acordo de Minsk”.

Analista diz que cúpula Putin-Biden cria agenda para relações EUA-Rússia

Biden e Putin cumprimentam-se antes do início da reunião (Foto: Denis Balibouse/EPA).

A agenda da cúpula cobriu estabilidade estratégica, segurança cibernética, o Ártico e relações diplomáticas.