Com o AUKUS, os anglo-saxões deixaram os europeus em uma sinuca

Montagem com imagens Shutterstock/PNGWing.

*Exclusivo Assinantes* A diplomacia da União Europeia é movida pela emoção e por uma compreensão superficial das políticas dos Estados Unidos e do Reino Unido. Os líderes europeus subestimaram Boris Johnson e superestimaram Joe Biden, uma combinação ruim.

Golpe na Guiné: repercussões geopolíticas para a indústria chinesa

O coronel Mamadi Doumbouya (Foto: VisionGuinee.Info).

Elementos do exército da Guiné se encarregaram de escrever um novo capítulo na tumultuada história política do país da África Ocidental, com consequências para os interesses industriais e econômicos chineses.

Por que os EUA perdem guerras

Suprimentos são lançados às tropas americanas na província de Ghazni, no Afeganistão, em maio de 2007 (Foto: Nicolas Asfouri/AFP/Getty Images).

A noção de vitória dos EUA passa pela transformação moral de sociedades antigas que não se acham imorais. Um princípio moral em terreno conhecido com armas adequadas para isso, funciona. Um princípio moral sobre terreno desconhecido e armas inadequadas é bem menos eficaz. O Afeganistão demonstra essa tese.

Afeganistão: um eterno campo de batalha geopolítico

Um T-62 em posição de tiro em algum lugar nas montanhas Hindu Kush, no Afeganistão, entre 1984 e 1985 (Foto: Sergey Novikov, da 5º Cia. Aerotransportada do Exército Vermelho/Wikimedia Commons).

Em sentido geográfico e histórico, o Afeganistão é um lugar difícil e os afegãos são pessoas difíceis. Quando a tecnologia trava uma guerra contra as montanhas, geralmente as montanhas vencem. E no Afeganistão, foram as Hindu Kush que finalmente saíram vitoriosas. Inegavelmente, os Estados Unidos e a OTAN falharam nessa invasão equivocada, ficando com nada além de humilhação.

“Com os senhores derrotados, os escravos não podem lutar”: o Talibã antevê a vitória após a saída dos EUA

Combatentes talibãs no leste da província de Nangarhar em imagem de 2016 (Foto: Rahman Safi/Xinhua).

“Os arrogantes americanos pensaram que poderiam varrer o Talibã da face da terra”, disse Mullah Misbah, comandante insurgente na devastada província de Ghazni, em uma entrevista à AFP. “Mas o Talibã derrotou os americanos e seus aliados e, se Deus quiser, um regime islâmico será estabelecido no Afeganistão agora que eles estão partindo.”

Radar Semanal 04/06/2021

Artigos recentes da internet na China alegam que o bombardeio da OTAN em 1999 contra a embaixada de Pequim na Iugoslávia foi intencional, alegando que a embaixada abrigava secretamente os restos mortais de um caça stealth americano F-117 Nighthawk abatido na região semanas antes (Foto: Reuters).

No Radar desta semana, um artigo questiona se não há interesses escusos por trás das críticas ao F-35; uma análise geopolítica dos interesses no Chifre da África; uma avaliação do recente pedido de desculpas francês pelo genocídio em Ruanda; e uma curiosa história, talvez incrível demais, sobre qual seria a verdadeira razão do bombardeio da embaixada chinesa na Iugoslávia em 1999.

Decifrando o código das milícias marítimas da China

Nesta imagem da Força Tarefa Nacional do Mar das Filipinas Ocidental, navios chineses estão atracados no Whitsun Reef, no Mar do Sul da China, em 27 de março de 2021 (Foto: Governo das Filipinas).

Um navio de pesca chinês aparece em um local sensível – perto das Ilhas Senkaku no Mar da China Oriental, um recife do Mar do Sul da China ou ao largo de uma base aeronaval dos EUA. É um barco de pesca “comum” ou é uma milícia marítima?

Radar Semanal 19/02/2021

Neste Radar, a China admite a morte de quatro militares nas escaramuças com a Índia em 2020; a radiografia de uma base de mísseis norte-coreana, pelo CSIS; uma tabela comparativa quantitativa das forças armadas dos países do Oriente Médio; artigo do War on the Rocks com reflexões sobre a Guerra do Golfo; e uma análise do Al-Monitor sobre a tríade Rússia-Irã-Turquia e a situação da Síria.