O Harrier XZ997 e as operações nas Falklands/Malvinas

Primeira aeronave operacional com capacidade de decolagem e pouso verticais, o Harrier se tornou uma das mais famosas aeronaves britânicas, e sua operação na Guerra das Falklands/Malvinas o consolidou como um projeto bem sucedido. Aqui, a história do Harrier Gr.3 serial XZ997, a aeronave britânica com maior número de missões naquele teatro de operações, hoje exposta no RAF Museum de Hendon, Londres.

Retrospectiva 2020

2020 foi um ano difícil. Além das guerras e questões geopolíticas que, desde sempre, moldam a história da humanidade, a pandemia da COVID-19 acabou se tornando um agravante em diversos aspectos, desde sanitários até políticos. Para o Velho General, foi um ano de muito trabalho e crescimento.

Malvinas: “Tínhamos 20% de chances de sobreviver”

Há 38 anos, durante a Guerra das Malvinas, um piloto argentino de A-4B Skyhawk perdeu o nariz da aeronave realizando um ataque ao solo e bombardeou a fragata HMS Argonaut voando tão baixo que a acertou de raspão, ganhando o apelido de “El Kamikaze”. Conheça o relato de Alberto Filippini, piloto veterano do conflito do Atlântico Sul.

O Pucará A-515: das Malvinas à Inglaterra

Ao final da Guerra das Malvinas, o Pucará A-515 da FAA (Fuerza Aérea Argentina) foi capturado pelos britânicos, que o levaram à Inglaterra. Lá, foi restaurado e submetido a uma série de testes extensivos, incluindo combates dissimilares contra caças Sea Harrier e Phantom. Hoje, tem seu repouso final no RAF Museum em Cosford.

A BBC, as Falklands e a importância do sigilo de informações

Durante a Guerra das Falklands/Malvinas, a BBC acabou envolvendo-se em episódios de vazamento de informações, sendo acusada de traição. Esses incidentes mostram a importância do sigilo que deve proteger informações sensíveis, especialmente em cenários de guerra, e reforçam a necessidade de se aplicarem conceitos de inteligência.

Vulcan: uma história diferente

A história do Vulcan da RAF que aterrissou no Galeão em 1982, durante a Guerra das Falklands/Malvinas, foi contada recentemente aqui no Velho General. No entanto, a véspera da partida do bombardeiro, quando a tripulação conheceu a noite carioca, é uma passagem bem menos conhecida. Esse relato é feito hoje em primeira pessoa pelo coronel-aviador Carlos Aureliano Motta de Souza, o oficial da FAB que ciceroneou a tripulação britânica naquela noite. Agradecemos ao coronel Motta pela gentileza e disponibilidade de nos relatar essa história!

Os três problemas do Vulcan XM597

Em junho de 1982, em plena Guerra das Falklands/Malvinas, um bombardeiro britânico Avro Vulcan, retornando de uma missão Black Buck, teve problemas com a sonda de reabastecimento e rumou para o Rio de Janeiro. Solicitou emergência de combustível, foi rastreado pelo CINDACTA, interceptado por caças Northrop F-5 Tiger da FAB e aterrissou com os tanques já quase “secos”.

Vamos trazê-los de volta ao navio

Na primeira operação britânica da Guerra das Malvinas, um experiente piloto no comando de um valente helicóptero Westland Wessex retiraram dezesseis comandos SAS da Geleira da Fortuna, na Geórgia do Sul; dois dias depois, essa mesma dupla tirou de combate o submarino argentino ARA Santa Fé.

Superioridade Aérea na Guerra das Falklands/Malvinas

A Guerra das Falklands/Malvinas foi travada entre a Argentina e o Reino Unido entre abril e junho de 1982 em disputa pela posse das ilhas. Os combates incluíram ataques aéreos de parte a parte, e o resultado final da guerra é bem conhecido. Sem pretender esgotar o assunto, e longe de ser definitivo, este artigo procura analisar a questão da superioridade aérea no conflito do Atlântico Sul.

As Ilhas Falklands (Malvinas) na atualidade

De sua viagem pelas Ilhas Falklands (Malvinas) em 2015, Hélio Higuchi, historiador militar, trouxe uma reportagem fotográfica e um texto com suas impressões sobre as ilhas, os kelpers e as influências do conflito.