O HMS Queen Elizabeth e as aspirações britânicas

A Grã-Bretanha anunciou que vai enviar seu novo porta-aviões, o HMS Queen Elizabeth, a um longo desdobramento no Pacífico em 2021, após o término da fase de testes. O navio participará de exercícios militares com aliados. Esta é uma decisão que pode revelar um pouco das pretensões britânicas pós-Brexit no campo geopolítico. Continuar lendo O HMS Queen Elizabeth e as aspirações britânicas

O Império do Mao

Considerando a declaração de Xi Jinping de estabelecer hegemonia global até 2050, a ameaça de retomar Taiwan por via militar, a criação de Ilhas artificiais no Mar do Sul da China, a instalação de bases militares em vários territórios (inclusive o Ártico) e silenciosamente controlando instituições internacionais (vide OMS), a China é hoje uma potência disruptiva da ordem internacional. Continuar lendo O Império do Mao

Para onde vai a China?

Xi Jinping se apresenta como o homem que levará o país a alcançar o “sonho chinês”, ou seja, transformar a China em um país socialista moderno, próspero, forte, democrático, culturalmente avançado e harmonioso, em 2049, ano do centenário da República Popular da China; e pretende estar no poder em boa parte da jornada. Sua capacidade de liderar o país definirá o ritmo com que a China avançará sobre seus objetivos estratégicos. Continuar lendo Para onde vai a China?

A substituição e a modernização das ogivas das armas nucleares e termonucleares no futuro próximo

As armas nucleares são peças de engenharia de alta complexidade. Como qualquer munição, possuem data de validade, estimada em cerda de 100 anos para núcleos de plutônio e gatilhos de detonação de urânio-235. Boa parte das ogivas atualmente em uso terão que ser modernizadas ou substituídas nos próximos anos. Continuar lendo A substituição e a modernização das ogivas das armas nucleares e termonucleares no futuro próximo

As relações sino-americanas depois da pandemia

Acredita-se que a pandemia da COVID-19 mudará muita coisa no comportamento das pessoas, embora os efeitos dessas mudanças ainda sejam desconhecidos. Nas relações internacionais não será diferente, já que a crise evidenciou uma dependência preocupante em relação à China, país em que, aliás, se originou o processo de contaminação pelo novo vírus. Nesse contexto chama a atenção como se dará a evolução das relações EUA/China, as maiores potências econômicas e militares do planeta. Continuar lendo As relações sino-americanas depois da pandemia