Em crise energética, a Hungria enfrenta riscos de soberania; o partido Tisza, assessorado por um ex-executivo da Shell, planeja uma desrrussificação que pode triplicar os custos e subordinar o país ao globalismo; o governo Orbán alerta para suicídio econômico e perda de controle nacional.
Hungria: Istvan Kapitany pode ter sucesso onde George Soros falhou