Líder iraniano: sauditas presos pelos EUA no Pântano da Guerra do Iêmen

O Aiatolá Ali Khamenei sublinhou o fracasso de Riad e Washington em forçar os iemenitas a se renderem, dizendo que os EUA prenderam os sauditas no pântano da guerra do Iêmen.

ISI, a agência de inteligência militar do Paquistão

O ISI (Inter-Services Intelligence), a principal agência de inteligência do Paquistão, é responsável pela segurança nacional do país. No entanto, desde seu início as autoridades paquistanesas lhe atribuíram também atividades relacionadas à política interna, e a organização acabou por acumular enorme poder e influência.

A visita de Lavrov ao Oriente Médio

Embora seja nebuloso – e arriscado – tentar adivinhar os rumos da política dos Estados Unidos para o Oriente Médio, não há dúvida de que os relacionamentos estão mudando. A visita de Sergei Lavrov ao Oriente Médio, na semana passada, mostra que Moscou está atenta, e procura capitalizar sobre as mudanças de rumo implementadas por Biden.

Os A-4 da Força Aérea do Kuwait na Guerra do Golfo

Após dois dias de intensos combates durante a invasão iraquiana do Kuwait, as forças kuwaitianas foram derrotadas. No entanto, muitos pilotos conseguiram escapar para a Arábia Saudita levando suas aeronaves e puderam retornar ao combate posteriormente. Entre essas aeronaves, estavam os McDonnell Douglas A-4KU e TA-4KU Skyhawk, alguns dos quais voam hoje no Esquadrão VF-1 da Marinha do Brasil.

Cronologia do programa nuclear iraniano

Embora não seja possível determinar com certeza se o programa nuclear iraniano contempla a construção de armas, é fato que, ao longo dos anos, o país desenvolveu uma série de tecnologias, como enriquecimento de urânio e sistemas de mísseis, que tornam isso possível em um espaço de tempo relativamente curto. Teerã sempre negou essa possibilidade, afirmando que seu programa se destina a fins pacíficos.

B-52 sobrevoam o Oriente Médio – mais uma vez

Biden parece decidido a restabelecer o tratado nuclear com o Irã, mas ao fazer disso um objetivo fundamental de seu governo, pode levar os iranianos a acreditar que ele está desesperado pelo acordo. De seu lado, Teerã, ao parecer inflexível, aposta que criará problemas políticos para Biden e exige concessões antes de considerar um retorno.

Para o Irã, armas nucleares podem esperar

Com uma população se afastando cada vez mais da religião e tendendo a preferir um governo secular, o regime dos aiatolás do Irã estaria mais inclinado a priorizar a recuperação da economia, gravemente afetada pelas sanções e pela pandemia do Covid-19, do que a obtenção de armas nucleares.

A estratégia americana para o Irã

Embora a política de Joe Biden para o Irã não esteja bem definida, o que parece claro é que há um imperativo político de desfazer as políticas implementadas por Donald Trump. O retorno ao status da era Obama parece ser o desejo implícito, mas na atual configuração geopolítica da região, essa estratégia provavelmente é impossível.

EUA bombardeiam instalações na Síria

Na primeira ação militar do governo de Joe Biden, aeronaves americanas atacaram alvos na Síria, atingindo infraestruturas que seriam utilizadas por milícias apoiadas pelo Irã. A operação é uma retaliação aos ataques com foguetes por milícias iraquianas contra pessoal americano em meados de fevereiro em Irbil, Iraque.

As primeiras ações de Biden no Oriente Médio

Os movimentos iniciais de Joe Biden em relação ao Irã e ao Oriente Médio parecem indicar uma mudança radical na política externa americana para a região. É difícil prever quais poderão ser os resultados efetivos, mas, como sempre pode acontecer, ainda que uma política pareça virtuosa seus resultados podem se distanciar muito das intenções.