O acordo econômico China-Irã e suas consequências no campo militar

Aeronaves militares revisadas entregues à Força Aérea do Irã em 20 de fevereiro de 2020 (Foto: MEHR).

O acordo bilionário firmado entre a China e o Irã, e o consequente estreitamento dos laços entre os países, deverá abrir caminho para contratos de exportação de aeronaves chinesas ao país persa, além de oportunidades nos mercados de aviação militar do Oriente Médio.

Radar Semanal 03/09/21

Foto: Phooey1990/Flickr.

A estratégia chinesa para o Oceano Índico; Rússia, China, Irã e Turquia avaliam como lidar com o Talibã no Afeganistão; e uma visão geral dos programas de mísseis balísticos de Israel e da Arábia Saudita.

As repercussões do fim da guerra no Afeganistão

Montagem com imagens de Joe Biden e tropas americanas no Afeganistão (Fotos: AP/Getty Images).

As cenas das aeronaves civis e militares sendo cercadas por pessoas desesperadas para fugir do Afeganistão ficará gravada na memória dos milhões de espectadores que acompanharam pela televisão e pela internet a reconquista de Cabul pelo Talibã. Trata-se de um daqueles eventos que, por seu simbolismo, será utilizado por historiadores no futuro para explicar os acontecimentos marcantes desta segunda década do século XXI.

Irã, a Fênix do Oriente Médio

Vista panorâmica de Persépolis, capital cerimonial do Império Persa, no sudoeste do Irã (Foto: Carole Raddato/Wikimedia Commons/CC BY-SA 2.0).

No decorrer de sua longa história, o Irã, antigo Império Persa, foi capaz de manter sua identidade como civilização, mesmo tendo sido conquistado diversas vezes. Especialmente no Oriente Médio, conhecer a história ajuda a entender a atualidade, pois ali, o que aconteceu há séculos ainda é lembrado e vivenciado por muitos cidadãos comuns.

Radar Semanal 13/08/21

Combatente do Talibã na cidade de Farah, capital da província de Farah, a sudoeste de Cabul, Afeganistão, na quarta-feira, 11 de agosto de 2021 (Foto: Economic Times).

O Radar desta semana se concentra no Afeganistão, que traz preocupações de segurança e aguça apetite de atores regionais; O Talibã tomou capitais em todo o país; EUA e Grã-Bretanha enviam tropas para apoiar retirada de diplomatas; Análises de inteligência indicam que Cabul pode cair em até três meses.

Radar Semanal 06/08/21

Militar afegão (Foto: Xinhua/Saifurhaman Safi/Getty Images).

Uma abordagem da postura geopolítica da Índia em relação à China; artigo avalia que uma melhor estratégia para os EUA seria atrair a Rússia para o Ocidente, isolando a China; três cenários possíveis para o futuro do Afeganistão; e a ineficácia das sanções dos EUA contra os drones iranianos.

Afeganistão: um eterno campo de batalha geopolítico

Um T-62 em posição de tiro em algum lugar nas montanhas Hindu Kush, no Afeganistão, entre 1984 e 1985 (Foto: Sergey Novikov, da 5º Cia. Aerotransportada do Exército Vermelho/Wikimedia Commons).

Em sentido geográfico e histórico, o Afeganistão é um lugar difícil e os afegãos são pessoas difíceis. Quando a tecnologia trava uma guerra contra as montanhas, geralmente as montanhas vencem. E no Afeganistão, foram as Hindu Kush que finalmente saíram vitoriosas. Inegavelmente, os Estados Unidos e a OTAN falharam nessa invasão equivocada, ficando com nada além de humilhação.

Perfil: Donald Rumsfeld, o “Falcão do Pentágono”

Donald Rumsfeld durante uma coletiva de imprensa no Pentágono em 23 de dezembro de 2003 (Foto: Alex Wong/Getty Images).

Sempre pronto para uma briga, Donald Rumsfeld ganhou muitas batalhas durante sua vida, até que a invasão do Iraque marcou negativamente o final de sua carreira quando era secretário de Defesa dos Estados Unidos. Faleceu na última terça-feira, aos 88 anos.

Conflito não declarado? Aumentam combates dos EUA contra milícias apoiadas pelo Irã

Militares americanos observam jato F-16 em cerimônia de recepção de quatro dessas aeronaves em uma base militar em Balad, Iraque, 20 de julho de 2015 (Foto: Thaier Al-Sudani/Reuters).

Para os democratas, a questão é se o padrão de ataques e contra-ataques não equivale a um conflito não declarado, com risco de os EUA tropeçarem em uma guerra direta com o Irã sem envolvimento do congresso.

A OTAN e as mudanças no equilíbrio do poder mundial

Imagem: Wallpapertip.

Embora a Rússia, citada 62 vezes na declaração de Bruxelas, seja sem nenhuma dúvida a maior ameaça identificada pela OTAN, a China, o Irã e o terrorismo, e as mudanças climáticas, são apresentados pela Aliança como grandes desafios à segurança e à estabilidade mundial.