Triângulo EUA-Rússia-Irã e a mudança da Ordem Mundial

O presidente russo, Vladimir Putin (esq.), com o líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei (dir.), em 23 de novembro de 2015 (Wikimedia Commons/CC BY 4.0).

**Exclusivo Assinantes** Independentemente do resultado das negociações para o retorno do Irã ao JCPOA, a iniciativa do país em melhorar suas relações com a Rússia reforçam a ideia de autossuficiência iraniana, buscando não depender apenas de Pequim.

As armas avançadas do Irã, Parte 3 (final): Ameaças e oportunidades

O então presidente do Irã, Hassan Rouhani, em visita a uma exposição sobre as realizações nucleares do país em Teerã, em abril de 2021 (AP).

Se você acompanhou as duas primeiras partes deste artigo, sabe que o motivo para escrever esta série em três partes foram os recentes debates nos círculos militares iranianos sobre a obtenção de armas avançadas pelo Irã.

As armas avançadas do Irã Parte 2: Sanções ao Irã e sua autossuficiência

Homem lê notícias sobre as eleições dos EUA em 9 de novembro de 2020 em Teerã (Anadolu/Getty Images).

Não obstante as sanções aplicadas pelo Ocidente, o Irã investe em sua autossuficiência, mesmo contando com o apoio de aliados poderosos, como a China ou a Rússia.

As armas avançadas do Irã, Parte 1: Corrida armamentista Irã-Turquia

O então presidente do Irã, Hassan Rouhani (esq.), e o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (dir.), em uma coletiva de imprensa conjunta após seu encontro no Complexo Presidencial, em Ancara, Turquia, em 16 de abril de 2016 (Rasit Aydoga/AFP).

Irã e Turquia são grandes e influentes países que seguem a política de “estratégia de profundidade”. O Irã procura criar um “crescente xiita” na Ásia Ocidental enquanto a Turquia busca criar um “crescente de países de língua turca”. Os dois arranjos se cruzam em alguns pontos.

O Irã e os desafios para a paz mundial em 2022

A ameaça cada vez mais real de um conflito de alta intensidade no Oriente Médio é somente mais um dos fantasmas que ameaçam a paz e o sistema internacional no ano que se inicia na próxima semana.

Armênia, Azerbaijão e o Corredor Zangezur

Trem passa pelas margens do rio Araz perto de Julfa, Nakhichevan, região do Corredor Zangezur (Uwe Seidner/Shutterstock).

O apoio a mudança de fronteiras com base apenas na superioridade militar pode potencialmente fazer com que muitos acordos enfrentem problemas.

Radar Semanal 10/12/21

Militares das Forças Armadas da Índia desfilam na parada do Dia da Vitória na Praça Vermelha, em Moscou, marcando o 75º aniversário da vitória na Segunda Guerra Mundial (Ramil Sitdikov/Host Photo Agency/Getty Images).

**Exclusivo Assinantes** Preparativos da Rússia sinalizam que Moscou reconhece o perigo de uma área fortificada em sua fronteira; Relações russo-indianas são tradicionalmente boas, mas os laços econômicos estão estagnados e suspeitas mútuas vêm se insinuando; A visão da ministra das Forças Armadas da França sobre os desafios tecnológicos que seu país vem superando; Interesses conflitantes dificultam que Israel e Irã encontrem uma solução diplomática para seu impasse.

Radar Semanal 19/11/21

Carros de combate do Corpo de Fuzileiros Navais americano em deslocamento perto de Seul, na Coréia (Imagem de arquivo do US Naval Institute).

**Exclusivo Assinantes** Estudo alerta que os EUA precisam gastar mais em treinamento profissional e infraestrutura de manufatura; Negociações do acordo nuclear com o Irã provavelmente serão difíceis; Crescente capacidade hipersônica da China, faz Marinha americana acelerar programas; US Marines vão se desfazer de blindados pesados, decisão que poderão lamentar no futuro.

A história dos F-14 Tomcat Iranianos

Grumman F-14A Tomcat da IRIAF em maio de 2018 (Foto: Shahram Sharifi/Wikipédia/CC BY-SA 4.0).

Com engenhosidade e audácia, o Irã vem conseguindo manter boa parte de seus F-14 em condições de voo – em alguns casos, parece que conseguiu até melhorá-los. Os famosos caças com asas de geometria variável voaram missões em diversos conflitos, e ocasionalmente enfrentaram aviões americanos.

Nova crise no Sul do Cáucaso – Parte 3 (final)

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e o então presidente iraniano, Hassan Rouhani, em Teerã, capital do Irã, em 4 de outubro de 2017 (Reuters).

Na terceira e última parte do artigo, o autor trata da relação entre o Irã e a Turquia, dois dos principais atores da região que, ao longo do tempo, apresentaram tanto convergências como conflitos de interesse.