Radar Semanal 04/06/2021

Artigos recentes da internet na China alegam que o bombardeio da OTAN em 1999 contra a embaixada de Pequim na Iugoslávia foi intencional, alegando que a embaixada abrigava secretamente os restos mortais de um caça stealth americano F-117 Nighthawk abatido na região semanas antes (Foto: Reuters).

No Radar desta semana, um artigo questiona se não há interesses escusos por trás das críticas ao F-35; uma análise geopolítica dos interesses no Chifre da África; uma avaliação do recente pedido de desculpas francês pelo genocídio em Ruanda; e uma curiosa história, talvez incrível demais, sobre qual seria a verdadeira razão do bombardeio da embaixada chinesa na Iugoslávia em 1999.

Lockheed pretende produzir 169 caças F-35 em 2022

Lockheed Martin F-35B Lightning II da RAF (Foto: Falcon Photography/Flickr).

Empresa afirmou que espera que a taxa de produção se estabilize em 175 aeronaves por ano após 2022; A estimativa para 2021 é de entregar pelo menos 133 jatos.

Cinco países do sudeste asiático avaliam caça russo de quinta geração Su-57

Caça russo de quinta geração Su-57 (Foto: Alex Beltyukov/Wikimedia Commons/CC BY-SA 3.0).

Negociações estão sendo realizadas com vários países no Sudeste Asiático e há pedidos e interesses, segundo o presidente-executivo da Rosoboronexport.

Caça russo Su-57 de quinta geração pode transportar até quatro drones de ataque

Jato Sukhoi Su-57 e drone de ataque pesado Okhotnik (Foto: Ministério da Defesa Russo/Tass).

O mais recente drone Okhotnik atingirá alvos aéreos e terrestres em interação centrada em rede com um caça Su-57. Em seu emprego conjunto, os drones Okhotnik devem lidar com uma ampla gama de missões, atacando alvos aéreos e terrestres sob o comando do piloto do caça.

Bombardeiro estratégico H-20 da China “pode ser capaz de atingir segunda cadeia de ilhas”

Concepção artística do bombardeiro chinês Xian H-20 (Imagem: Weibo).

Imagens geradas por computador do Xian H-20, publicadas por revista de empresa de defesa estatal, mostram que o bombardeiro priorizará furtividade e longa distância.

Reabastecedor da USAF receberá equipamento que permite compartilhar dados entre F-35 e F-22

Um F-22 Raptor e um F-35A Lightning II da USAF voam em formação com o drone XQ-58A Valkyrie no Arizona em 9 de dezembro de 2020 (Foto: James Cason/USAF).

O F-35 e o F-22 são fabricados pela Lockheed Martin, mas usam datalinks incompatíveis e não compartilham informações ao operar furtivamente. Para resolver esse problema, o KC-46 será equipado com um pod de comunicação que fará a ponte entre ambos.

Corveta Visby: curiosidades como você nunca viu

A corveta classe Visby é um combatente de superfície flexível, projetado para uma ampla gama de funções, incluindo guerra anti-superfície, anti-submarina e contra-medidas de minas.

Lockheed Martin F-35: É tão ruim quanto dizem os críticos?

Lockheed Martin F-35: É tão ruim quanto dizem os críticos?

Detecção de Aviões Stealth: Desafios e Possibilidades

As capacidades de detectar o inimigo e evitar ser detectado por ele apresentam diversos desafios e possibilidades. Saiba mais neste artigo de Reis Friede.