Truques sujos e planos mirabolantes: a Operação Mongoose

Fidel Castro diverte-se com as notícias de um plano para seu assassinato, por volta de 1959 (Foto: Bettmann/Getty Images).

Fidel Castro foi uma das figuras mais conhecidas da Guerra Fria. Ele foi especialmente famoso nos Estados Unidos porque os funcionários do governo americano estavam desesperados para vê-lo destituído do poder. O presidente Kennedy gastou mais tempo com Cuba do que com qualquer outro problema de política externa durante seu mandato.

ISI, a agência de inteligência militar do Paquistão

O ISI (Inter-Services Intelligence), a principal agência de inteligência do Paquistão, é responsável pela segurança nacional do país. No entanto, desde seu início as autoridades paquistanesas lhe atribuíram também atividades relacionadas à política interna, e a organização acabou por acumular enorme poder e influência.

Cronologia do programa nuclear iraniano

Embora não seja possível determinar com certeza se o programa nuclear iraniano contempla a construção de armas, é fato que, ao longo dos anos, o país desenvolveu uma série de tecnologias, como enriquecimento de urânio e sistemas de mísseis, que tornam isso possível em um espaço de tempo relativamente curto. Teerã sempre negou essa possibilidade, afirmando que seu programa se destina a fins pacíficos.

Desestabilização: a atual ameaça à ordem pública brasileira

Quando se trata de desestabilizar um regime de governo, as forças opositoras podem lançar mão de diversos estratagemas, muitas vezes pouco conhecidos do grande público, que vão desde a criação de narrativas até a infiltração de agentes com os mais diversos objetivos. Cabe às forças de segurança trabalhar com inteligência no sentido de prever esses movimentos e evitar as armadilhas.

O Khmer Vermelho e a tragédia do Camboja

A experiência do Camboja durante o período do Kampuchea Democrático foi um dos capítulos mais trágicos da história do século XX. O regime imposto pelo Khmer Vermelho foi um dos mais brutais, considerando o número de mortos e refugiados que produziu no curto período de tempo de sua existência, em relação à população da época. É um exemplo de como utopias sem base na realidade podem ser destrutivas para uma nação.

A Operação Coldfeet

EXCLUSIVO PARA ASSINANTES: Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos e a União Soviética competiam por qualquer vantagem, incluindo pesquisas no Ártico, dado o valor estratégico da região. Durante sete dias, em maio de 1962, a comunidade de inteligência dos EUA conseguiu uma rara oportunidade de coletar informações em primeira mão de uma estação de pesquisa soviética abandonada no alto do Ártico, no que ficou conhecido como Operação Coldfeet.

Documentos da Guerra Fria: história da URSS

Documentos da Guerra Fria: A história da URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) contada por analistas da CIA (agência de inteligência americana). Embora não haja informação sobre a data em que foi escrito, o texto parece ser do final dos anos 1950 ou início dos anos 1960. Foi liberado sob o FOIA (Freedom of Information Act) em 18 de novembro de 1998.

Documentos da Guerra Fria: Estratégia Naval Soviética – Conceitos e Forças para o Teatro de Guerra contra a OTAN

Este Relatório de Inteligência da CIA, de janeiro de 1975, faz uma análise da doutrina, forças e possíveis ações das marinhas soviética e dos países do Pacto de Varsóvia num eventual cenário de guerra contra as forças da OTAN. Parece ter sido produzido com base em documentos confidenciais do Pacto de Varsóvia obtidos pela inteligência americana. Foi liberado em junho de 2017 através da FOIA (Freedom of Information Act, a lei de liberdade de informação dos EUA).

Notas históricas sobre o uso do Poder Aéreo como Arma de Interdição – Parte III, Coréia do Norte

Esta é a terceira e última parte do Relatório de Inteligência da CIA de 1966 que subsidiava decisões de ações de interdição aérea para a Guerra do Vietnã pela avaliação das guerras aéreas contra a Alemanha e Japão da Segunda Guerra Mundial e contra a Coréia do Norte na Guerra da Coréia na década de 1950. Na primeira parte da análise, publicamos o estudo da Alemanha; na segunda parte, a análise do Japão; e nesta conclusão publicamos a avaliação da Coréia do Norte.

Notas históricas sobre o uso do Poder Aéreo como Arma de Interdição (Parte II, Guerra Aérea Contra o Japão)

Esta é a segunda parte do Relatório de Inteligência da CIA que subsidiava decisões de ações de interdição aérea para a Guerra do Vietnã pela análise dos resultados da guerra aérea contra a Alemanha e o Japão na Segunda Guerra Mundial e contra a Coréia do Norte na Guerra da Coréia, na década de 1950. Neste artigo, publicamos a porção referente à Guerra Aérea contra o Japão.