Caças Su-30SM e Su-35 da Rússia aumentam capacidade de manobra

Sukhoi Su-35 da Força Aérea da Rússia (Foto: Toshi Aoki/JP Spotters/CC BY-SA 3.0).

Os caças Su-30SM e Su-35 preservaram a aerodinâmica de seu antecessor Su-27, mas adquiriram propulsores mais potentes e aviônicos avançados.

Marinha da Rússia aposta em novos navios de guerra menores carregados com mísseis

Longe de ser a força enfraquecida da década de 1990, após a Guerra Fria, a Marinha da Rússia agora tem um papel maior e mais importante na estratégia de defesa do país.

A perspectiva estratégica da China

O presidente chinês Xi Jinping (Foto: Nicolas Asfour/Reuters).

Se um dia os EUA chegarem a enfrentar a China, será fundamental entender como o país enxerga sua posição estratégica, ou como a posição estratégica chinesa a obrigará a agir.

Espiões Espaciais Parte I: Um diamante em órbita

Imagem: Alexandra/Pixabay.

Na década de 1960, a Guerra Fria estava a pleno vapor. Não surpreende que a exploração do espaço se apresentou como um território importantíssimo para operações militares.

Radar Semanal 26/03/2021

Foto: Prefectura Naval Argentina.

Nesta edição do Radar, uma análise do SCMP sobre a união de China e Rússia frente às sanções americanas; artigo da Foreign Affairs avalia que a atual competição entre China e EUA, embora perigosa, não configura uma nova Guerra Fria; no Defense News, os exercícios militares greco-sauditas e possíveis impactos nas relações com os turcos; na Time, as estimativas dos impactos globais do bloqueio no Canal de Suez; e uma análise da expansão da influência chinesa na América do Sul, especialmente na Argentina, e a fraca reação dos EUA.

Circular reservada do Chefe de Estado-Maior do Exército (1964)

“… Estar prontos para a defesa da legalidade, a saber, pelo funcionamento integral dos três Poderes constitucionais e pela aplicação das leis, inclusive as que asseguram o processo eleitoral, e contra a revolução para a ditadura e a constituinte, contra a calamidade pública, a ser promovida pelo CGT, e contra o desvirtuamento do papel histórico das Forças Armadas.”

Especulando sobre a China e Cuba

Num exercício de imaginação, o autor procura traçar um paralelo entre a situação geopolítica da Guerra Fria, envolvendo os EUA e a URSS durante a crise dos mísseis em Cuba, e a atual disputa entre os Estados Unidos e a China, criando um cenário hipotético, mas, nas suas próprias palavras, intrigante. Dado o cenário especulado, cabe a pergunta: Poderia Cuba ser tão importante para a China quanto foi para a União Soviética?

Desestabilização: a atual ameaça à ordem pública brasileira

Quando se trata de desestabilizar um regime de governo, as forças opositoras podem lançar mão de diversos estratagemas, muitas vezes pouco conhecidos do grande público, que vão desde a criação de narrativas até a infiltração de agentes com os mais diversos objetivos. Cabe às forças de segurança trabalhar com inteligência no sentido de prever esses movimentos e evitar as armadilhas.

Bilionários, democracia e poder: Vladimir Putin e os oligarcas da Rússia

Após a queda da União Soviética, a Rússia de Boris Yeltsin foi dominada por um grupo de bilionários que ficou conhecido como “os oligarcas”. Por meio de esquemas escusos, eles acumularam fortunas gigantescas e controlaram os meios de comunicação e a economia do país. Quando ascendeu ao poder, Vladimir Putin pôs fim a essa geração de bilionários que controlavam o estado – e substituiu-os por outra, sob seu controle.

A polarização bélica e a fabricação e uso de arsenais nucleares pelas grandes potências

Na segunda parte de sua série sobre a questão nuclear, Alessandro Andrade Lima aborda a polarização entre os EUA e a URSS, o início da corrida armamentista nuclear e, em sua esteira, a corrida espacial, e começa a tocar no tema “dissuasão nuclear”.