Lloyd Austin, Secretário de Defesa dos EUA, pede “nova visão” para defesa americana

O Secretário de Defesa americano, Lloyd Austin, cumprimenta o Chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general Mark Milley (Foto: AP).

Austin não mencionou a China ou a Coréia do Norte, mas disse que na próxima guerra as lutas dos EUA serão muito diferentes, enfatizando promessa de Biden de colocar a diplomacia em primeiro lugar, com os militares mantendo a dissuasão.

A retirada das tropas dos EUA do Afeganistão

Soldados americanos protegem o rosto da areia levantada pelo rotor de um helicóptero evacuando feridos em uma área próxima de Kandahar, no Afeganistão, em 23 de agosto de 2011 (Foto: AFP).

Apesar da promessa de retirada das tropas americanas do Afeganistão em 1º de maio o governo Joe Biden estendeu o prazo, adiando a retirada para a icônica data de 11 de setembro. Obviamente essa decisão desagradou ao Talibã, que declarou que isso abre caminho para “ações que se julguem adequadas contra as tropas de ocupação”. Os EUA finalmente encerrarão esta guerra?

Chefe da inteligência americana diz que a China consideraria a clareza estratégica dos EUA “desestabilizadora”

Avril Haines, Diretora de Inteligência Nacional dos EUA, posição que supervisiona todas as agências de inteligência americanas (Foto: Carolyn Kaster/AP).

Questionada sobre a reação da China ao fato de os EUA adotarem um compromisso explícito de defender Taiwan, Haines disse que isso solidificaria as percepções chinesas de que os EUA estão empenhados em restringir a ascensão da China, inclusive por meio da força militar, e provavelmente faria com que Pequim minasse agressivamente os interesses dos EUA em todo o mundo.

China diz que os EUA aumentaram a atividade militar dirigida a ela

O porta-aviões chinês Liaoning acompanhado por fragatas e submarinos durante exercícios no Mar do Sul da China em 12 de abril de 2018 (Foto: Li Gang/Xinhua via AP).

Porta-voz do Ministério da Defesa chinês disse que a atividade de navios e aviões militares americanos aumentou nas áreas reivindicadas pela China desde que Biden assumiu o cargo em relação ao mesmo período do ano passado.

Taiwan revela navio da Guarda Costeira que funciona como vaso de guerra

A presidente taiwanesa, Tsai Ing-wen, esteve na cerimônia em que o Chiayi, novo navio da Guarda Costeira de Taiwan, foi comissionado no porto de Kaohsiung (Foto: Reuters).

O Chiayi é o primeiro de uma frota da Guarda Costeira que pode ser convertido em navio de combate para aumentar a defesa das Ilhas Pratas e Taiping, controladas por Taiwan.

Secretário-geral da OTAN saúda redução das tensões na fronteira russo-ucraniana

Secretário-Geral da OTAN, Jens Stoltenberg (Foto: Kenzo Tribouillard/AP).

Anteriormente, Kiev e países ocidentais expressaram suas preocupações sobre o movimento das forças russas perto da fronteira com a Ucrânia.

MD de Taiwan diz que país é capaz de repelir ataques às ilhas do Mar do Sul da China

Ilha Taiping (Foto: CNA).

De acordo com relatos da mídia, Taiwan possui canhões automáticos de 40 mm e morteiros de 120 mm nas duas ilhas.

Militares chineses testam sistema de radar de Taiwan com incursão à baixa altura na zona de defesa aérea

Um avião de reconhecimento tático do PLA entrou na zona de identificação de defesa aérea da ilha na segunda-feira (Foto: SCMP).

Aeronave de reconhecimento tático realizou missão de voo baixo que testou as capacidades dos militares taiwaneses; chefe de segurança da ilha acusa Pequim de alimentar tensões na região.

Radar Semanal 23/04/2021

Imagem: Pixabay.

Nesta edição do Radar, o general Kenneth McKenzie diz que não há planos para a retirada dos efetivos americanos do Iraque; como a guerra cibernética pode aumentar os riscos de uma guerra nuclear entre EUA e China; com a inteligência artificial, em guerras futuras pode não haver tempo para decisões legais; e imagens aéreas mostram as tropas da Rússia na fronteira com a Ucrânia.

Retirada de tropas russas é vista com cautela pela Ucrânia

Reservistas do 130º batalhão das Forças de Defesa Territoriais da Ucrânia participam de exercícios militares nos arredores de Kiev, Ucrânia, em 10 de abril de 2021 (Foto: Valentyn Ogirenko/Reuters).

Washington disse que está esperando para ver quais ações seguirão o anúncio de Moscou e que “continuará a observar de perto”.