Rússia fortalece fronteira em meio a tensões crescentes em Donbass

Foto: Sergei Malgavko/Tass.

Embora Moscou tenha declarado que não planeja intervir na Ucrânia, o Ministério da Defesa da Rússia está reforçando tropas e forças navais no sudoeste.

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 3-final)

Na terceira e última parte do artigo, a retirada dos sobreviventes e a conclusão da história desta batalha, épica para os poloneses, um resumo do triste saldo final e as principais perdas de ambos os lados, além de uma análise de aspectos históricos e visões de historiadores que se contrapõem.

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 2)

Enquanto em 5 de setembro ainda era possível parar o ataque inimigo, no dia seguinte a defesa polonesa quebrou. O comandante-em-chefe, marechal Śmigły-Rydz, ordenou que a unidade do SGO Wyszków, sob Kowalski (as 1ª e 41 de Infantaria, essa última do general Piekarski), então estacionadas nos subúrbios de Pułtusk e Różan, mantivessem o setor seguro de modo que uma retirada para o oeste, na direção do Narew, pudesse ser realizada caso a pressão do inimigo não fosse contida.

Você conhece o livro “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu?

A Arte da Guerra é um livro espetacular que merece uma leitura reflexiva. Não só por sua incrível abrangência ao tratar de aspectos estratégicos e táticos, como por sua incrível atualidade, mesmo passados 2,5 mil anos de sua redação.

A origem da ROTA – Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar

Em 15 de outubro de 2020 a ROTA (Rondas Ostensivas “Tobias de Aguiar”) comemora 50 anos de seu surgimento. Para entender como se deu este processo é preciso recuar no tempo, até a fundação da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

A única mulher no deserto: estudo de caso de diversidade

A sensibilidade feminina mostrou ao Exército dos EUA que diversidade não é sobre todos serem iguais, mas sobre aprender a tirar proveito das diferenças, trabalhar em equipe e preencher lacunas. Daniella Mestyanek, capitão da reserva do exército dos EUA, uma das primeiras mulheres a realizar missões de combate em um de seus dois períodos de serviço no Afeganistão, analisa sua experiência.

O comandante Crozier, o USS Theodore Roosevelt e o coronel Roosevelt: uma ironia da História

A História é por vezes irônica. No recente episódio do afastamento do capitão Crozier do comando do porta-aviões USS Theodore Roosevelt, o antigo comandante dos “Rough Riders”, que deu nome à embarcação, foi protagonista de um episódio similar.

Declaração do Secretário da US NAVY sobre o afastamento do Comandante do USS Theodore Roosevelt (CVN 71)

O episódio da demissão do comandante do porta-aviões americano USS Theodore Roosevelt, o capitão Brett Crozier, encerram lições de liderança que vão muito além da competência para comandar um navio e ser reconhecido pela tripulação. Na decisão do Secretário da Marinha (US Navy) e dos altos comandantes que a subsidiaram, a questão não é o caráter do capitão Crozier, mas ele cometeu um erro grave ao expor a cadeia de comando, alarmar desnecessariamente a tripulação, as famílias e a população americana, permitir o vazamento de informações sensíveis e, principalmente, dentro do atual cenário geopolítico, passar uma percepção incorreta aos potenciais adversários dos EUA, num claro recado à China.

A liderança do capitão

Entre suas características, o capitão deve aliar capacidade de planejamento, ação, ímpeto, reflexão, experiência e vigor. Não são poucas as responsabilidades daqueles que representam a espinha dorsal da liderança de um exército.