Supostos espiões chineses indiciados em Taiwan por lavagem de dinheiro

Imagem de arquivo mostrando Kung Ching, à esquerda, e Xiang Xin, à direita (Foto: CNA).

Entre as acusações, empresa seria uma fachada da inteligência chinesa para atingir o movimento pela democracia em Hong Kong e as eleições em Taiwan.

EUA estariam preocupados pela China estar pronta para “flertar com ideia de unificar” Taiwan

Formação da marinha chinesa (Foto: Li Gang/AP/Xinhua).

Embora os EUA não questionem oficialmente que Taiwan faz parte da China, Washington tem aumentado atividade naval no Estreito de Taiwan sob pretexto de garantir a livre passagem.

A ascenção da China, a hegemonia norte-americana e a Armadilha de Tucídides

A impressionante velocidade do crescimento da China e sua expansão nos campos econômico, tecnológico e militar levam inevitavelmente a um choque com os interesses dos Estados Unidos, a potência – até então – hegemônica. Com o acirramento das tensões devido à forte competição, conseguirão estes países evitar a Armadilha de Tucídides?

O que esperar da política internacional em 2021?

Se o ano de 2020 não foi fácil, os primeiros sinais de 2021 parecem mostrar que não haverá muito alívio. Em geopolítica, previsões são sempre impossíveis – e arriscadas –, mas é possível antecipar alguns assuntos que deverão manter 2021 em efervescência – e um ano de muito trabalho para os analistas de geopolítica. Definitivamente, não haverá tédio.

Radar Semanal 31/12/2020

Em virtude do feriado de Ano Novo, esta semana antecipamos em um dia o Radar Semanal, tal como aconteceu no Natal. Na próxima semana, o Radar retorna às sextas-feiras. O Velho General deseja a todos os assinantes uma passagem de ano abençoada junto a seus familiares e amigos, e que 2021 seja um ano de paz, amor, saúde e prosperidade.

A República Popular da China

Este extenso e acurado ensaio demonstra que, apesar das muitas preocupações com o renascimento do “Império Russo” liderado pelo presidente Vladimir Putin, no contexto de um mundo multipolarizado que está se formando a maior ameaça à liderança dos Estados Unidos parte principalmente da China, liderada por Xi Jinping.

Os planos chineses para os próximos cinco anos

Na revisão de seu Plano Quinquenal, a China reforça a liderança de Xi Jinping, mostra que o Partido Comunista Chinês continua forte e mais uma vez demonstra que o país possui planos para executar suas estratégias. A dúvida que resta é se os seus adversários também têm planos para competir à altura.

As relações cada vez mais tensas entre EUA e China

As recentes ordens de fechamento dos consulados chinês e americano em Houston e Chengdu, respectivamente, são apenas mais um degrau na escalada de tensões entre os dois países. A disputa entre ambos se intensifica, os interesses envolvidos são enormes e um eventual desequilíbrio mais sério não interessa a ninguém, mas a espiral conflituosa é ascendente e as chances de algo escapar ao controle são cada vez maiores.

O Império do Mao

Considerando a declaração de Xi Jinping de estabelecer hegemonia global até 2050, a ameaça de retomar Taiwan por via militar, a criação de Ilhas artificiais no Mar do Sul da China, a instalação de bases militares em vários territórios (inclusive o Ártico) e silenciosamente controlando instituições internacionais (vide OMS), a China é hoje uma potência disruptiva da ordem internacional.

Para onde vai a China?

Xi Jinping se apresenta como o homem que levará o país a alcançar o “sonho chinês”, ou seja, transformar a China em um país socialista moderno, próspero, forte, democrático, culturalmente avançado e harmonioso, em 2049, ano do centenário da República Popular da China; e pretende estar no poder em boa parte da jornada. Sua capacidade de liderar o país definirá o ritmo com que a China avançará sobre seus objetivos estratégicos.