A estratégia americana para o Irã

Embora a política de Joe Biden para o Irã não esteja bem definida, o que parece claro é que há um imperativo político de desfazer as políticas implementadas por Donald Trump. O retorno ao status da era Obama parece ser o desejo implícito, mas na atual configuração geopolítica da região, essa estratégia provavelmente é impossível.

Especulando sobre a China e Cuba

Num exercício de imaginação, o autor procura traçar um paralelo entre a situação geopolítica da Guerra Fria, envolvendo os EUA e a URSS durante a crise dos mísseis em Cuba, e a atual disputa entre os Estados Unidos e a China, criando um cenário hipotético, mas, nas suas próprias palavras, intrigante. Dado o cenário especulado, cabe a pergunta: Poderia Cuba ser tão importante para a China quanto foi para a União Soviética?

As reversões de Joe Biden

Passado o período de promessas eleitorais, Joe Biden, agora empossado como o 46º presidente dos Estados Unidos, deverá lidar com a realidade das pressões sofridas pelos ocupantes da Casa Branca. Em relação à política externa, não será fácil cumprir todas as suas promessas de campanha frente às realidades que terá que enfrentar. Biden agora corre o risco de ser condenado pelo que fizer e pelo que não fizer.

O reconhecimento árabe de Israel redefine o Oriente Médio

Os “Acordos de Abraão”, como ficaram conhecidos os tratados pelos quais diversos países árabes vêm normalizando suas relações com Israel, estão mudando a configuração do Oriente Médio. Se anteriormente era Israel que enfrentava a hostilidade unificada dos países da região, a situação se inverteu e agora o Irã parece estar se isolando.

A utilidade e moralidade do assassinato

A recente morte de Mohsen Fakhrizadeh, o cientista nuclear iraniano, suscita discussões a respeito da moralidade do emprego de assassinatos como ferramenta geopolítica. Neste artigo, George Friedman, articulista do Geopolitical Futures, discute essa questão, iniciando sua análise a partir do ponto de vista da praticidade da execução.