Caxias e a pacificação do Rio Grande, São Paulo e Minas Gerais

Com a inauguração do Segundo Reinado, várias forças procuravam se equilibrar. O jovem D. Pedro II assumia como imperador, porém o país se encontrava em ebulição política e ideológica, embalada por lutas sangrentas em várias regiões do Brasil. Coube a Luís Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, a nobre e difícil tarefa de pacificar o país.

A Estrela de Caxias em 1843

Hoje, o Dia do Soldado, data magna do Exército, homenageia o nascimento de Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, em 25 de agosto de 1803. Conhecido como “O Pacificador” e “Duque de Ferro”, tornou-se patrono do Exército Brasileiro em 13 de março de 1962. É tido por muitos historiadores como o mais destacado oficial da história do Brasil. Em sua homenagem e à data, publicamos este artigo de autoria do coronel Cláudio Moreira Bento.

As origens e a ascenção ao marechalato de Luiz Alves de Lima e Silva e Manuel Luís Osório

Com origens e trajetórias bastante distintas que em determinado ponto da História se encontraram, Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias e Manuel Luís Osório, o Marquês de Herval, destacaram-se tanto na Guerra dos Farrapos, onde se conheceram, como na Guerra do Paraguai, onde definitivamente consolidaram seu valor para o Brasil.

Se o Duque de Caxias não fosse Brasileiro

Brasileiro notável, Caxias destacou-se como militar, político, administrador e humanista. Em sua juventude a monarquia era o certo possível para o Brasil; mas o império envelheceu com ele, e morreu pouco depois que ele se foi.