Caxias e a pacificação do Rio Grande, São Paulo e Minas Gerais

Por Francisco Teixeira de Carvalho Neto*


Cena de Batalha no Sul do Brasil, obra de Oscar Pereira da Silva (Imagem: Enciclopédia Itaú Cultural).

Com a inauguração do Segundo Reinado, várias forças procuravam se equilibrar. O jovem D. Pedro II assumia como imperador, porém o país se encontrava em ebulição política e ideológica, embalada por lutas sangrentas em várias regiões do Brasil. Coube a Luís Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, a nobre e difícil tarefa de pacificar o país.


Entre as várias rebeliões ocorridas entre 1842 e 1852, destacam-se as revoltas nos estados do Rio Grande do Sul (a Revolução Farroupilha), separatista e com o objetivo de criar um país independente; a Revolta Liberal no estado de São Paulo, originada pelos liberais que se sentiam depreciados com medidas tomadas pelo imperador; e em Minas Gerais, uma revolta também de cunho liberal, seguindo os ventos rebeldes que sopravam das terras paulistas.

O fato que originou as revoltas liberais ocorreu no Rio de Janeiro, quando, numa manobra com os resultados de uma eleição, os liberais assumiram a maioria do legislativo. Isso desagradou os conservadores, que se dirigiram ao Imperador, que por sua vez revogou o resultado e dissolveu aquele congresso.

No sul do país os Farrapos desejavam, ao mesmo tempo, se tornar independentes, como se formassem outra nação, porém ainda ligada à federação. Eram muito mais federalistas do que separatistas, contudo, os desentendimentos com a liderança estabelecida pelo imperador levaram à rebelião.

Nos três casos, Luís Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, foi capaz de controlar a situação e manter a integridade do império.

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A Revolta Farroupilha

Em 1839, uma grande revolta havia levado à instabilidade política no Maranhão. Ambos os lados, conservadores e liberais, lutavam para obter a supremacia política e ideológica na região. Após manobras militares lideradas pelo então coronel Lima e Silva, a paz foi estabelecida. Um dos pontos altos dessa intervenção foi a forma, diríamos, humanista com que o interventor atuou. Com grande senso de humanidade e ao mesmo tempo de ordem, Caxias acabou por impor uma paz na qual os grupos antagônicos se sentiram respeitados e, portanto, satisfeitos.

A Revolução Farroupilha, por sua vez, deslocou a atenção do governo central para o sul do país. Igualmente de cunho liberal, visava a separação da região sul, novamente opondo liberais e conservadores. Os liberais (Farroupilhas), imbuídos de um sentimento regionalista muito forte, visavam se manter independentes do restante do país.

A revolução inicia-se em 20 de setembro de 1835 e seu propósito declarado era separar-se da federação, ao mesmo tempo em que tentava ser leal ao imperador. Criava-se, assim, uma inusitada situação em que a rebeldia era contra o governo local e, ao mesmo tempo, não queria se desligar da federação.

A proximidade com os países do outro lado do Rio da Prata incutia um sentimento da região querer sua independência e se tornar outro país, maculando assim o pacto federativo da época. Os dois grupos poderiam ser descritos dessa forma:

[…] com o monárquico, estavam os aristocratas do primeiro reinado, portugueses, conservadores, estabelecidos nos centros populosos, que temiam a guerra civil; com os republicanos, nativistas, reuniam-se os estancieiros que abominavam os preconceitos da corte, sendo, por isso, tratados de farrapos: eram os jovens idealistas.

Enquanto o primeiro era conservador e foi denominado “Caramuru”, o segundo, liberal e composto por muitos jovens idealistas, era chamado de “Farrapos”.

Enquanto isso acontecia, o Brasil imperial iniciava uma fase de Regência, em que um religioso assumia o governo central até a maioridade de D. Pedro II. No sul do país ocorrem reviravoltas onde forças políticas se alternam de tal forma que o próprio regente (Diogo Feijó) acaba por renunciar, sendo sucedido por Araújo Lima.

Nesse período, entra em cena o poderio militar naval no qual, mesmo empregado em águas abrigadas (Lagoa dos Patos e Laguna), a marinha sobrepujou a força naval dos rebeldes e registra-se, pela primeira vez, o uso de uma embarcação movida a vapor.

Finalmente, já sob o governo de D. Pedro II e tendo pacificado São Paulo e Minas Gerais, Caxias é nomeado presidente da província e, acumulando os cargos político e militar, trata de impor sua política de reconciliação nacional, em que princípios cristãos (compreensão e tolerância) são usados com bons resultados.

Em 1845, a paz foi definitivamente selada e o Rio Grande reintegrado à federação.

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As Revoltas Liberais de São Paulo e Minas Gerais

Na capital federal, no dia 3 de outubro de 1841, uma eleição legislativa ocorreu de forma irregular, causando grande alvoroço, sugerindo que a maioria liberal manobrou de modo a assegurar a manutenção do poder em suas próprias mãos, usando de expedientes suspeitos para esse intento, no episódio que ficou conhecido como “Eleições do Cacete”.

Os liberais, confiantes, aguardaram o reinício dos trabalhos parlamentares e, cancelaram decretos anteriores. No entanto, os conservadores obtiveram do imperador um decreto de dissolução daquela assembleia. A dissolução efetuou-se e a consequência direta foi a saída de políticos de São Paulo e Minas Gerais.

Em São Paulo, esse grupo político, liderado por Diogo Feijó e Campos Vergueiro, depôs o presidente da província e colocou em seu lugar o coronel da Guarda Nacional, Tobias de Aguiar. Várias cidades de São Paulo aderiram à revolta. Os revoltosos não se prepararam militarmente e o governo federal enviou suas forças (o Exército e a Guarda Nacional) para a região.

O então Barão de Caxias, regressando do Maranhão, foi designado para o comando. Sua primeira ação foi isolar a capital paulista, estabelecendo uma zona de exclusão para os rebeldes. Para tanto, preparou três grupos distintos e os posicionou em locais estratégicos isolando o Rio de Janeiro, Minas Gerais e o sul do Brasil. As forças legalistas venceram os rebeldes que se deslocavam para Campinas na Batalha de Venda Grande.

Caxias entrou em Sorocaba e pôs fim ao movimento paulista aprisionando seus principais chefes. Feijó e Vergueiro são exilados em Vitória, no Espírito Santo, onde passam poucos meses. Já Tobias de Aguiar, que havia fugido para o sul do país, é capturado na altura de Vacaria e transferido para a capital federal.

A revolta de Minas Gerais foi liderada por Teófilo Ottoni, sublevando a Guarda Nacional e depondo o presidente da província. A região de Ouro Preto resistiu à revolta e, sob a liderança do presidente deposto, Bernardo da Veiga, bateu os revoltosos em Mendanha e em Presidio, repercutindo positivamente junto aos legalistas, o que acabou por incentivar a resistência aos rebeldes. Não obstante essa reação, os rebeldes ainda dominavam a parte mais populosa da região, assim como as comunicações com a cidade do Rio de Janeiro.

FIGURA 1: Caxias, circa 1857 (Sébastien Auguste Sisson/Wikipédia).

A vitória em Queluz (Conselheiro Lafaiete) acendeu o ardor revolucionário do movimento. Deste modo, fortificaram-se ali e fizeram de São João Del Rei a capital da Minas Gerais rebelde.

O ímpeto arrefeceu com as notícias sobre a revolta em São Paulo, que havia sido controlada e extinta com a pacificação. O então Barão de Caxias se dirigiu para Ouro Preto, em 6 de agosto, com o mesmo intuito de pacificação. Os rebeldes, tomando conhecimento de sua chegada, recuaram e saíram de Queluz.

Entre divergências, os revolucionários se dirigem para leste e conquistam, com pouco esforço, a cidade de Sabará, ali procurando negociar uma paz condicional, mas o acordo não foi aceito. Ainda mais inseguros, os rebeldes procuraram se concentrar no Arraial de Santa Luzia, local que proporcionava um certo controle estratégico sobre o exército de Caxias.

Assim, no dia 20 de agosto travou-se o combate de Santa Luzia. Caxias avançou sobre os rebeldes e, com a ajuda de seu irmão José Joaquim de Lima e Silva, prevaleces sobre eles. Entre os prisioneiros encontrava-se Teófilo Ottoni, que foi anistiado logo a seguir. A revolta em Minas Gerais durou setenta dias. Na ocasião da vitória em Santa Luzia, Caxias, aos 39 anos, é promovido a marechal-de-campo e, em 10 de setembro, entra vitorioso e aclamado em Ouro Preto.

A revolta em São Paulo

Caxias criou duas forças, flanqueando a região onde se deu o combate (Figura 2), vetando qualquer possibilidade de acesso à região ao norte do estado, bem como o acesso ao sul do país, o que poderia reacender alguma possibilidade de rebelião no sul. Com esses acessos negados ao inimigo, Caxias avançou sobre eles e prevaleceu.

Rafael Tobias de Aguiar tentou escapar para o Rio Grande do Sul, procurando juntar-se aos Farrapos, porém foi detido e levado ao Rio de Janeiro. Caxias conquistou a cidade de Sorocaba e ali aprisionou o Padre Feijó, que assumira o exercício da presidência da província após a fuga de Tobias de Aguiar. A troca de mensagens entre ambos é curiosa, pois Caxias havia agido sob os ditames de Feijó quando este era Ministro da Justiça e depois Regente. Ao se aproximar de Sorocaba, Caxias recebe uma carta do Padre Feijó que diz o seguinte:

[…] quem diria que, em qualquer tempo, o Sr. Luís Alves de Lima seria obrigado a combater o padre Feijó? Tais são as coisas deste mundo […], em seguida, se referia ao “vilipêndio que tem feito o governo aos paulistas e às leis anticonstitucionais da Assembleia […] estaria em campo com minha espingarda, se não estivesse moribundo: mas faço o que posso”, escreveu. Propunha o padre na carta que fosse concedida anistia a todos sem exceção, embora seja eu só o excetuado e se descarregue sobre mim todo o castigo.

Caxias, por sua vez, responde no mesmo tom:

Quando pensaria eu, em algum tempo, que teria de usar da força para chamar à ordem o Sr. Diogo Antônio Feijó? Tais as coisas do mundo: as ordens que recebi de S. M. o Imperador são em tudo semelhantes às que me deu o Ministro da Justiça em nome da Regência, nos dias 3 e 7 de abril de 1832, isto é, que levasse a ferro e fogo todos os grupos armados que encontrasse, e da mesma maneira que então as cumpri, as cumprirei agora.

Ao entrar na cidade, Caxias encontrou Diogo Feijó gravemente ferido, por isso o manteve sob custódia em sua casa, ganhando tempo. Instruções superiores determinaram que Feijó deveria seguir para São Paulo e o translado se deu custodiado pelo mais alto oficial disponível, o coronel José Leite Pacheco. Pouco tempo depois, o governo federal determinou que Feijó fosse desterrado para Vitória, no Espírito Santo. Lá cumpriu uma pena de seis meses.

FIGURA 2: ação de Caxias contra os Liberais em São Paulo (Fonte: Daróz, 2014).

Caxias retornou à corte em 23 de julho, sendo recebido pelo imperador, que lhe confiou uma nova missão: pacificar um novo movimento liberal, desta vez na província de Minas Gerais.

A revolta em Minas Gerais

Com um efetivo de 2.000 homens, Caxias rumou de Ouro Preto para Sabará, com o objetivo de alcançar o arraial de Santa Luzia, onde se encontravam entrincheirados 3.300 rebeldes liberais com uma peça de artilharia (Figura 3). Em seguida, ordenou que o engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld levantasse a planta local, para analisar uma tática que melhor se aplicasse.

A geografia da região, cortada pelo Rio das Velhas, fez com que o planejamento das forças envolvidas atravessasse o curso d’água pela Ponte Grande. Caxias dispunha de dois batalhões de linha, dois da Guarda Nacional do Rio de Janeiro, dois da Guarda Nacional de Minas Gerais, dois esquadrões de cavalaria da Guarda Nacional e dois canhões. Ele dividiu suas forças em três colunas: uma comandada pelo coronel da Guarda Nacional, José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho – seu irmão – que seguiria pela estrada do arraial da Lapa; e outra, sob o comando do coronel Francisco de Assis Ataíde, em direção ao Rio das Velhas, enquanto ele próprio avançaria contra a posição rebelde através da estrada de Sabará.

Na manhã do dia 20 de agosto, a investida se deu numa tática de envolvimento pelos flancos, ao mesmo tempo de um avanço frontal de tropas. A estrada de Sabará foi usada para o ataque frontal, sendo que no flanco esquerdo 460 homens avançaram pela Ponte Grande, não tendo sucesso na travessia. O flanco direito, comandado pelo coronel Lima e Silva Sobrinho, alcançou o Arraial de Santa Luzia pela retaguarda, tomou-o e forçou a retirada dos rebeldes que acabaram seguindo justamente na direção da coluna de Caxias.

FIGURA 3: ação de Caxias contra os Liberais em Minas Gerais (Fonte: Daróz, 2014).

O número de baixas nas forças legalistas foi mínimo (72 mortos e feridos), enquanto os rebeldes perderam 60 homens, tiveram 100 feridos e 300 foram feitos prisioneiros. Os vencidos, entre os quais se encontravam Teófilo Ottoni e Camilo Maria Ferreira Armond, o Conde de Prados, foram enviados à prisão em Ouro Preto e Barbacena.

O viajante inglês Richard Burton deixou seu testemunho do combate de Santa Luzia e salientou a atuação de Caxias:

Santa Luzia, um pequeno arraial, tornou-se, em 8 de julho de 1842, a sede da presidência provisória e aqui, em 20 de agosto do mesmo ano, terminou o movimento revolucionário. O presidente intruso desapareceu durante a noite e o então gênio bom do Partido Conservador, o general Barão (hoje Marquês) de Caxias, atacou os insurgentes. O combate travou-se em torno da ponte, começando às primeiras horas da manhã; o desfecho era ainda duvidoso às três da tarde, quando o 8º Batalhão das Forças Regulares ocupou o ponto mais alto da aldeia e levou o inimigo à debandada. Os chefes, Srs. [Teófilo Benedito] Ottoni, José Pedro, Padre Brito e outros, foram feitos prisioneiros do estado e, desde aquele dia desastroso, os ultraliberais foram chamados “luzias”.

Tanto os liberais de São Paulo quanto os de Minas Gerais foram derrotados e presos pelos comandados de Caxias. Os que conseguiram escapar refugiaram-se no Rio Grande do Sul, onde foram acolhidos pelos revolucionários Farroupilhas.

As tropas

Um soldado em campanha usava uma combinação de armamentos, que consistia em armas de fogo (longa e curta) e algum tipo de arma branca (também longa e curta), tal como o florete e um sabre curvo (Figura 4).

FIGURA 4: soldados do período regencial, indumentária e armamento (Fonte: Barroso, 1922).

FIGURA 5: soldado imperial, 1842 (Fonte: Daróz, 2014).

Considerações finais

Não foram poucas as revoltas ocorridas no período entre a independência e o reinado de D. Pedro II (incluindo-se aí a Regência). Vários movimentos políticos com influência de lideranças diversas levaram à desordem da sociedade em praticamente todo o território nacional. Literalmente, de norte a sul e de leste a oeste, grupos sediciosos desafiaram o poder constituído do imperador/regente, trazendo grandes dificuldades à população civil dessas regiões.

Coube ao poder central usar mecanismos legais para conter, controlar ou eliminar os revoltosos para que a paz voltasse a reinar no território brasileiro. No período abordado neste artigo, entre 1831 e 1845, observa-se a presença do Duque de Caxias como o grande líder militar que entendia a alma do brasileiro.

Usando sua habilidade, Caxias conseguiu controlar as regiões conflituosas e, ao pacifica-las, fortaleceu o espírito de união dos brasileiros. Também se destacou sendo ao mesmo tempo militar e grande humanista. Militar pela genialidade tática e humanista pelo senso de misericórdia com os vencidos.

Referências

BITTENCOURT, Armando de Senna; SILVA, Darzan Neto da. Conflitos Internos. In: BITTENCOURT, A. de S. et al. (Org.). História Militar Brasileira I: do período colonial ao monárquico. Palhoça: UnisulVirtual, 2009. p. 167-192.

DARÓZ, Carlos Roberto Carvalho. As Revoltas Liberais de 1842: o Império consolidado. Revista Militar n. 2549-2550, pp. 1-12, jul./2014. Disponível em: https://www.revistamilitar.pt/artigo/931. Acesso em: 5 de outubro de 2020.

DONATO, Hernâni. Dicionário das Batalhas Brasileiras. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2001.

BARROSO, Gustavo. Uniformes do Exército Brasileiro: obra comemorativa do centenário da independência do Brasil. Edição especial do Ministério da Guerra. Rio de Janeiro: H. Paris, 1922.


*Francisco Teixeira de Carvalho Neto é piloto de helicópteros com 32 anos de experiência em Aviação Offshore. Bacharel em Ciências Aeronáuticas pela UNISUL (Universidade do Sul de Santa Catarina), possui também, entre outros, os cursos “Vietnam War” (Universal Class IACT Provider), “World War I – Aviation Comes to Age” (University of Birmingham), “From World War II to White Heat: the RAF at the Cold War” (Royal Holloway, University of London). É pós-graduando em História Militar pela UNISUL.

8 comentários sobre “Caxias e a pacificação do Rio Grande, São Paulo e Minas Gerais

  1. Excelente artigo!
    O mesmo mostra o quanto é importante um comandante ter uma visão tática/estratégica privilegiada, bem como ter um senso de justiça e o resultado é o respeito por todos (vencidos e vencedores).

    Curtido por 2 pessoas

  2. Sou de Sabará-MG, há um ano vivo em São Paulo capital. Não conhecia essa história da batalha em Sabará, nem mesmo na escola ouvi falar, mas sempre conheci a grande história da cidade na parte religiosa e de extração de ouro.
    Quando criança eu sempre ia brincar na mata do lado do Rio das Velhas.
    Artigo maravilhoso da história das revoltas.

    Curtido por 1 pessoa

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