Coreia do Norte pode acabar com armas nucleares táticas como resultado de corrida de mísseis intercoreana

Míssil tático superfície-superfície desenvolvido pela sul-coreana Hanwha na Exposição Internacional Aeroespacial e Defesa de Seul, Coréia do Sul, 15 de outubro de 2019 (Foto: Josh Smith/Reuters).

A Coreia do Norte afirma que seus mísseis são de autodefesa e acusa a Coreia do Sul e os EUA de ameaçar sua segurança com exercícios militares, compra de armas e outras políticas hostis.

Como os britânicos veem seu papel no mundo em 2030 – e como estão se preparando para exercê-lo

Foto: Royal Navy.

Em 16 de março o governo britânico publicou a que é tida como a maior revisão de defesa e segurança do Reino Unido desde o final da Guerra Fria. O documento, com mais de cem páginas, define a abordagem do país aos desafios esperados para a próxima década.

Coreia do Norte dispara dois mísseis de curto alcance; EUA seguem abertos ao diálogo

EUA minimizam testes norte-coreanos (quadro capturado de vídeo Reuters).

De acordo com funcionários do governo Biden, os testes envolveram sistemas de armas não cobertas pelas proibições de testes do Conselho de Segurança da ONU.

Cronologia do programa nuclear iraniano

Embora não seja possível determinar com certeza se o programa nuclear iraniano contempla a construção de armas, é fato que, ao longo dos anos, o país desenvolveu uma série de tecnologias, como enriquecimento de urânio e sistemas de mísseis, que tornam isso possível em um espaço de tempo relativamente curto. Teerã sempre negou essa possibilidade, afirmando que seu programa se destina a fins pacíficos.

Radar Semanal 12/02/2021

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O reconhecimento árabe de Israel redefine o Oriente Médio

Os “Acordos de Abraão”, como ficaram conhecidos os tratados pelos quais diversos países árabes vêm normalizando suas relações com Israel, estão mudando a configuração do Oriente Médio. Se anteriormente era Israel que enfrentava a hostilidade unificada dos países da região, a situação se inverteu e agora o Irã parece estar se isolando.

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No primeiro de uma série de artigos sobre a questão nuclear, Alessandro Andrade Lima aborda desde a descoberta do átomo e a evolução das pesquisas, até o desenvolvimento das armas nucleares e o início da corrida armamentista nuclear durante a Guerra Fria.

A visão da OTAN para 2030

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a mais poderosa aliança militar da história, acaba de publicar um documento com análises e recomendações elaboradas por um Grupo de Trabalho designado especialmente para essa tarefa pelo Secretário Geral da organização.

A utilidade e moralidade do assassinato

A recente morte de Mohsen Fakhrizadeh, o cientista nuclear iraniano, suscita discussões a respeito da moralidade do emprego de assassinatos como ferramenta geopolítica. Neste artigo, George Friedman, articulista do Geopolitical Futures, discute essa questão, iniciando sua análise a partir do ponto de vista da praticidade da execução.