Radar Semanal 15/10/21

O porta-aviões americano USS Midway navega em águas agitadas no Mar das Filipinas, em 1º de junho de 1987 (US Navy).

**Exclusivo Assinantes** Apesar de avanços nos anos 1990, a capacidade aeronaval da Índia foi superada pela China; História mostra que ascensão e o declínio de um país estão diretamente relacionados ao seu poder naval; Ascensão de Atores Não-Estatais sugere que modelo de Estado Vestfaliano pode estar ameaçado; OTAN tem problemas e uma identidade de defesa europeia é imperativa, mas o elo transatlântico é fundamental.

As alianças americanas no Indo-Pacífico

Embarcações das marinhas da Índia, EUA, Japão e Austrália participando do exercício Malabar 2020. O porta-aviões USS Nimitz, da Marinha americana, o submarino INS Khanderi e o porta-aviões INS Vikramaditya, da Marinha indiana, podem ser vistos na imagem (Foto: Marinha da Índia).

As alianças dos Estados Unidos na região do Indo-Pacífico vão além do recém anunciado pacto AUKUS, e incluem também o diálogo Quad e o mais antigo Five Eyes.

Radar Semanal 24/09/21

Embarcações da Força de Autodefesa Marítima do Japão, da Marinha dos EUA, e da Marinha Indiana em exercício conjunto na Baía de Bengala em 17 de julho de 2017 (Foto: Kyodo).

*EXCLUSIVO ASSINANTES* Submarino do AUKUS pode abrir precedentes; satélites comerciais estão transformando a inteligência; os EUA excluem Índia e Japão da aliança com Austrália e Reino Unido; o Quad, coalizão entre EUA, Austrália, Índia e Japão, ainda está por mostrar seu valor.

O “AUKUS” e as reações na França e na China

Um helicóptero MH-60R conduz um exercício antissubmarino com o HMAS Rankin (classe Collins) da Marinha australiana, na área de exercícios da Austrália Oriental (Foto: Royal Australian Navy).

Novo pacto militar com os EUA e o Reino Unido desfaz programa de compra de submarinos franceses pela Austrália; a França classifica a decisão de “lamentável”, e a China diz que o acordo “prejudica a paz regional”.

Radar Semanal 02/07/21

Meninas ensaiam na Praça Tiananmen, Pequim, antes do desfile comemorativo do 100º aniversário da fundação do Partido Comunista Chinês (Foto: Foreign Policy).

Nesta edição do Radar, trazemos uma matéria sobre a realização de jogos de guerra conjuntos entre os EUA e o Japão, em preparação para um possível confronto com a China por Taiwan; um artigo explana como a OTAN vem evoluindo sua concepção sobre ataques cibernéticos; uma avaliação da relação entre a União Europeia e a Turquia; e uma análise mostra que o partido chinês mantém uma consistência nacionalista ao longo de seus 100 anos de existência.

A OTAN e as mudanças no equilíbrio do poder mundial

Imagem: Wallpapertip.

Embora a Rússia, citada 62 vezes na declaração de Bruxelas, seja sem nenhuma dúvida a maior ameaça identificada pela OTAN, a China, o Irã e o terrorismo, e as mudanças climáticas, são apresentados pela Aliança como grandes desafios à segurança e à estabilidade mundial.

Radar Semanal 25/06/21

O Secretário-geral do Partido Comunista da China, Xi Jinping (Foto: Pavel Golovkin/AFP).

Nesta edição do Radar: artigo avalia a atuação de Xi Jinping à frente do PCCh; uma avaliação do orçamento americano para 2022, que mostraria que Biden não prioriza a Defesa; uma análise do porque a OTAN falhou no Afeganistão; e a evolução dos exercícios conjuntos sino-russos, no que parece se encaminhar para uma aliança militar.

Com 10.000 tropas da OTAN na fronteira, Putin diz esperar que a Aliança considere propostas para reduzir tensões

O presidente da Rússia, Vladimir Putin (Foto: Alexei Nikolsky/Escritório de Imprensa Presidencial da Rússia).

Em meio a advertências do chefe de Estado-maior da Rússia de que forças avançadas da OTAN continuariam crescendo, Putin diz que “vontade política e prontidão para compromissos podem produzir um resultado positivo”.

O que significa voltar a aderir à Europa?

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltemberg, participam da cúpula da OTAN, em Bruxelas (Foto: Reuters).

“A UE parece relutante em iniciar ações de longo alcance contra a China, preferindo ações mais modestas e menos arriscadas … A clareza da missão da OTAN na Guerra Fria já não existe. Em uma questão fundamental para os Estados Unidos, retornar à Europa traz retornos mínimos.”