Coreia do Norte critica fim das limitações dos EUA ao alcance de mísseis sul-coreanos

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Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, ouve o presidente dos EUA Donald Trump em Singapura, em 12 de junho de 2018 (Foto: Jonathan Ernst/Reuters).

Líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, ouve o presidente dos EUA Donald Trump em Singapura, em 12 de junho de 2018 (Foto: Jonathan Ernst/Reuters).

A mídia estatal da Coreia do Norte criticou nesta segunda-feira o recente término de um pacto entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul que limitou o desenvolvimento de mísseis balísticos sul-coreanos, chamando-o de um sinal da “vergonhosa dupla negociação” de Washington.

O presidente sul-coreano Moon Jae-in anunciou a abolição das diretrizes conjuntas de mísseis que limitaram o desenvolvimento de mísseis balísticos do país a um alcance de 800 km após sua primeira cúpula com o presidente dos EUA, Joe Biden, no início deste mês.

A agência de notícias oficial da Coréia do Norte KCNA publicou um artigo de Kim Myong Chol, que descreveu como um “crítico de assuntos internacionais”, para acusar os Estados Unidos de aplicar um duplo padrão ao tentar proibir Pyongyang de desenvolver mísseis balísticos.


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Os Estados Unidos estão “absortos no confronto, apesar de sua defesa do diálogo”, disse Kim. “A etapa de rescisão é um lembrete gritante da política hostil dos EUA em relação à DPRK (Democratic People’s Republic of Korea, República Popular Democrática da Coreia) e sua vergonhosa dupla negociação.”

O alvo da Coréia do Norte são os Estados Unidos, não as forças armadas da Coréia do Sul, e se oporá aos Estados Unidos com “o princípio de força por força”, disse Kim. Kim também criticou Moon por aceitar o término das diretrizes, chamando-o de “nojento, indecente”.

“Agora que as autoridades norte-americanas e sul-coreanas deixaram clara sua ambição de agressão, eles ficam sem motivos para culpar a DPRK que reforça suas capacidades de autodefesa”, acrescentou Kim.

Fonte: Reuters.

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