
A Avibras detém tecnologias dissuasórias críticas, como o míssil MTC-300 e o sistema Astros, e sua desnacionalização significaria a entrega de ativos estratégicos a potências estrangeiras; blindar a empresa e apoiar a condecoração do Sindicato dos Metalúrgicos é uma medida urgente de segurança nacional.
Depois de 1.280 dias de uma greve que entrará para a história, os trabalhadores da Avibras Indústria Aeroespacial S/A conquistaram, em março de 2026, um acordo para o pagamento de uma dívida de R$ 230 milhões, garantindo a retomada da produção. A vitória da classe trabalhadora é inegável. Profissionais altamente qualificados resistiram à fome, aos “bicos” em aplicativos e ao descaso para proteger um patrimônio incalculável. Contudo, o clima de alívio não pode dar lugar à ingenuidade: a guerra pela sobrevivência do Complexo Industrial de Defesa do Brasil está longe do fim.
Para entender o verdadeiro risco que a Avibras ainda corre – e por que a mobilização para conceder a Ordem do Mérito Militar ao Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região é uma urgência geopolítica –, é preciso olhar com coragem para o cemitério da indústria bélica nacional.

Cemitério da Defesa Nacional: Como Chegamos Até Aqui?
Nas décadas de 1970 e 1980, a Base Industrial de Defesa (BID) brasileira era uma potência global. Exportávamos tecnologia de ponta para o Oriente Médio, América Latina e África. No entanto, a partir dos anos 1990, uma mistura letal de submissão geopolítica, descontinuidade orçamentária e absoluta falta de visão de Estado dizimou nosso parque industrial, transformando o “Vale do Paraíba” e o interior paulista em um vale de massas falidas.
O caso mais emblemático é o da Engesa Engenheiros Especializados S/A. Fabricante dos lendários blindados Cascavel e Urutu, a empresa empregava em seu auge mais de 3.000 funcionários diretos e sustentava uma rede de centenas de fornecedores. Ela investiu tudo no desenvolvimento do carro de combate Osório (EE-T1), superior em testes de campo aos seus rivais. Sem garantias de compras do próprio governo brasileiro e esmagada pelo pesadíssimo lobby americano (que empurrou o M1 Abrams para a Arábia Saudita), a Engesa faliu em 1993, levando consigo nossa autonomia em blindados sobre esteiras. O mesmo destino trágico teve a Bernardini S/A Indústria e Comércio, que, além de fabricar diversos equipamentos e viaturas (como jipes militares e veículos antidistúrbio), desenvolveu o tanque Tamoyo (uma solução nacional e de baixo custo adaptada à doutrina do Exército) e fechou as portas na mesma década pela falta de encomendas estatais e pela inundação do mercado com sobras baratas da Guerra Fria.

Quando as empresas não faliram, foram engolidas pelo capital estrangeiro, esvaziando o nosso controle intelectual. A Aeroeletrônica – Indústria de Componentes Aviônicos S/A, joia gaúcha do setor aeroespacial responsável por aviônicos avançados, foi comprada pela israelense Elbit Systems ainda em 2001 (hoje AEL Sistemas S/A). A Mectron, cérebro por trás dos mísseis Piranha e MAR-1 (e dona de tecnologias sensíveis de seekers e datalinks), foi adquirida pela Odebrecht. Após a desestruturação brutal do setor de engenharia causada pela Operação Lava Jato, a empresa quebrou e viu parte de seu espólio intelectual (a SIATT) ter 50% de seu capital comprado pelo Grupo EDGE, dos Emirados Árabes Unidos.
A Geopolítica da Submissão
Esse desmonte industrial não foi um acidente ou um mero azar de mercado; foi uma escolha política contínua. Nos anos 1990, o Estado brasileiro abriu mão da dissuasão estratégica em troca de uma diplomacia de submissão para agradar potências do Norte.
Em 1990, o então presidente Fernando Collor de Mello jogou, literalmente, uma pá de cal no poço de testes na Serra do Cachimbo (PA), encerrando de forma midiática o Programa Nuclear Paralelo. Em 1995, sob forte pressão de Washington, o Brasil aderiu ao Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis (MTCR), limitando nosso próprio acesso a peças vitais para foguetes. Em 1998, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, o país assinou o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), uma restrição autoimposta à nossa autonomia militar e geopolítica.
Para coroar essa era de tragédias e apagões estratégicos, em 2003, a trágica – e até hoje envolta em suspeitas e controvérsias – explosão do VLS-1 V03 no Centro de Lançamento de Alcântara ceifou a vida de 21 dos nossos mais brilhantes engenheiros e cientistas, reduzindo a cinzas o acesso autônomo ao espaço e atrasando o Programa Espacial Brasileiro em pelo menos duas décadas.

A Ilusão do Livre Mercado e o Preço da Dependência
A ideia de que o “livre mercado” resolve os problemas da Defesa é uma falácia neoliberal que quase nos custou as nossas maiores joias tecnológicas: a Embraer e a Petrobras.
Entre 2018 e 2020, o Brasil esteve a uma canetada de entregar o controle da Embraer para a americana Boeing através de uma joint venture altamente desequilibrada (na qual os EUA teriam 80% do controle). O argumento oficial era que a divisão de Defesa (fabricante do caça A-29 e do cargueiro KC-390) ficaria de fora e “protegida”. Um erro estratégico crasso: na aviação civil e militar, a sinergia é indivisível. A divisão comercial é o motor financeiro de caixa bilionário que sustenta os caros laboratórios e os engenheiros que criam tecnologia militar. O próprio mecanismo de Golden Share (ação de classe especial do Estado) foi relativizado. Se a Boeing não tivesse recuado unilateralmente por conta da crise global dos seus aviões 737 MAX, o Brasil teria transferido décadas de capital intelectual para Washington.

Na Petrobras, a maior indutora de tecnologia pesada do país, o roteiro do entreguismo foi idêntico, da absurda tentativa de mudar o nome da estatal para “Petrobrax” em 2000 (visando facilitar a privatização e arrancar a descaracterização nacional de sua marca), até a recente desestruturação da cadeia naval pós-2014. O Brasil paralisou o Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação Leopoldo Américo Miguez de Mello (CENPES), destruiu a política de conteúdo local e quebrou os estaleiros e empreiteiras que seriam a base fundamental para a construção dos nossos submarinos (PROSUB) e navios de guerra (Programa Tamandaré).
O preço amargo dessa dependência crônica foi cobrado em 2023 com o Veto Alemão. O Brasil fechou uma venda brilhante de 28 blindados Guarani (fabricados em Sete Lagoas-MG) para as Forças Armadas das Filipinas. Como o Itamaraty se recusou a enviar munição de tanques Leopard para a guerra na Ucrânia, mantendo a tradição diplomática de neutralidade do Brasil, a Alemanha retaliou, embargando a venda das transmissões ZF e dos sistemas de refrigeração Bosch usados no blindado nacional. Da noite para o dia, uma potência europeia usou peças de prateleira para chantagear nossa soberania e travar uma exportação bilionária. A lição foi dura: não se possui uma arma sem dominar o seu código-fonte e a sua cadeia de componentes.
Avibras: O Último Bastião e o Papel do Sindicato
É exatamente neste cenário de terra arrasada que a Avibras sobrevive. Criadora do consagrado sistema Astros e desenvolvedora do MTC-300 (Míssil Tático de Cruzeiro capaz de atingir alvos a 300 km com precisão, colocando o Brasil em um seleto grupo de cinco ou seis países no mundo com essa capacidade), ela é o coração pulsante do que restou da nossa inteligência dissuasória.
E, exatamente por isso, virou alvo da cobiça internacional, com grupos da Austrália (DefendTex), conglomerados da China (Norinco) e do Oriente Médio tentando comprá-la na bacia das almas durante sua recente recuperação judicial. O caso australiano, inclusive, expôs o escandaloso nível de investimento na ingerência externa sobre o Brasil: denúncias e análises de bastidores apontam que os Estados Unidos pressionaram e teriam oferecido mecanismos de financiamento para que a DefendTex concretizasse a compra. O objetivo de Washington era claro: usar a Austrália como proxy (um testa de ferro) para garantir que a tecnologia brasileira de mísseis fosse submetida aos interesses da órbita norte-americana, barrando o avanço brasileiro. Para eles, mais uma peça no tabuleiro; para nós, a entrega definitiva da nossa soberania tecnológica.

Se o Estado possui um histórico de omissão negligente e o mercado só visa a liquidação rápida dos ativos, quem impediu que a Avibras fosse vendida na surdina e sua tecnologia vazasse para a Ásia, para a Oceania ou caísse sob o controle da OTAN?
Os trabalhadores.
O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região agiu como o verdadeiro escudo da Pátria. Ao sustentar uma greve de mais de três anos (31 meses sem salários), esses homens e mulheres não estavam apenas cobrando verbas rescisórias. Eles realizaram rondas, montaram piquetes diuturnos e garantiram que a fábrica não fosse invadida, dilapidada ou sabotada. Eles forçaram o debate na Câmara dos Deputados em Brasília, uniram-se a militares nacionalistas e barraram o avanço das tratativas de desnacionalização.
Guerra Institucional: A Força-Tarefa Suprapartidária em Brasília e nos Meios de Comunicação
A resistência, no entanto, não ficou restrita apenas às portas da fábrica. Enquanto o Sindicato segurava a trincheira física e o patrimônio da Avibras – sob a liderança de seu presidente, Weller Gonçalves –, uma verdadeira força-tarefa técnica e política foi montada para travar a guerra institucional nos parlamentos.
O Comandante Robinson Farinazzo (oficial da reserva da Marinha do Brasil e especialista em Defesa) assumiu um papel de liderança absoluta nessa frente. Utilizando o alcance nacional do seu canal Arte da Guerra, ele furou o bloqueio da mídia tradicional. Com mais de 20 vídeos dedicados exclusivamente à Avibras – além de dezenas de outros abordando a importância, os desafios e as vulnerabilidades da indústria de defesa –, ele somou forças com inúmeras entrevistas na mídia alternativa e tradicional, visitas a São José dos Campos e alinhamento tático direto com o Sindicato. Assim, Farinazzo ecoou o alerta de que a desnacionalização da empresa seria um crime de lesa-pátria.
Mais do que uma guerra de comunicação, houve uma rara articulação de bastidores que uniu água e óleo. O Comandante Farinazzo, ladeado por especialistas de peso como o Dr. Rodolfo Laterza (analista geopolítico, diretor de Inteligência do Instituto GSEC e presidente da ADEPOL, Associação dos Delegados de Polícia do Brasil), promoveu um diálogo que parecia impensável no auge da polarização política do país.
A pauta da sobrevivência da Avibras tomou a Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) em maio de 2023, a convite do deputado Guilherme Cortez (PSOL). Em seguida, invadiu a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados em junho de 2024, através de requerimentos encabeçados por parlamentares de espectro oposto, como Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) e o general Eduardo Pazuello (PL-RJ).
O ápice dessa mobilização de inteligência foi a formulação do Projeto de Lei (PL) 2957/2024, que prevê a desapropriação da Avibras por utilidade pública para salvaguardar a segurança nacional. Embora tenha sido oficialmente protocolado no Congresso pelo deputado Guilherme Boulos (PSOL), o PL não nasceu de uma iniciativa política isolada. O texto foi construído a várias mãos de forma estritamente técnica, redigido conjuntamente pelo Dr. Rodolfo Laterza, pelo Cmd Farinazzo e por membros do gabinete de Boulos. Esse episódio histórico nas comissões provou, na prática, que blindar a tecnologia militar brasileira transcende qualquer sigla partidária: é o dever máximo de soberania que une civis, sindicalistas e militares.

Ordem do Mérito Militar: Escudo Institucional Definitivo
É por isso que a campanha pública para conceder a Ordem do Mérito Militar ao Sindicato não é um mero afago trabalhista nem romantismo corporativista. Trata-se de uma estratégia de Estado.
Ao condecorar o Sindicato, as Forças Armadas e o Estado Brasileiro reconhecerão oficialmente e institucionalmente a entidade como uma salvaguarda da soberania nacional. Essa medalha alteraria permanentemente a correlação de forças. Se, no futuro, governantes passageiros, aventureiros do mercado ou lobistas tentarem fatiar a Avibras ou vendê-la para o capital estrangeiro, não enfrentarão apenas “grevistas descontentes”, mas uma instituição condecorada publicamente pelo mérito militar por defender o patrimônio da Pátria.
Assinar a petição que exige esta homenagem é, acima de tudo, um ato de defesa nacional prático. É garantir que o Brasil não repita com a Avibras os mesmos erros trágicos e imperdoáveis que cometeu com a Engesa, a Mectron e o Programa Espacial Brasileiro.

Um país que não é dono da sua própria defesa será sempre refém das chantagens alheias. A história e a geopolítica já comprovaram exaustivamente que as potências do Atlântico Norte, lideradas pelos EUA, atuam de forma constante para sabotar a nossa autonomia, impondo regras desvantajosas e cooptando traidores nas nossas instituições de poder e nos centros formadores de opinião – atuando diretamente ou através de proxies.
O objetivo dessa ingerência é um só: manter o Brasil fraco, vulnerável e impedir a consolidação de um Projeto de Nação que faça nossas riquezas servirem ao povo brasileiro. Manter o nosso país de joelhos é a garantia de que continuarão a controlar o nosso futuro e a pilhar o nosso potencial para manter a sua própria hegemonia global. Como já alertava o Padre Antônio Vieira há séculos, com uma frase que resume perfeitamente o nosso drama frente ao imperialismo:
“Eles não querem nosso bem, vêm buscar os nossos bens.”
Assine a petição e ajude a blindar a Avibras e a Soberania Brasileira.
Uma Luta a Muitas Mãos: Reconhecimento Necessário
A defesa da Avibras e da soberania nacional é uma batalha coletiva que ultrapassa as portas da fábrica e os gabinetes de Brasília. Além dos articuladores que lideraram a frente institucional, é fundamental fazer um registro histórico e prestar homenagem a uma legião de brasileiros que têm dedicado tempo, espaço e influência para divulgar e buscar caminhos para essa luta.
Essa trincheira de resistência midiática e intelectual só foi possível pelo trabalho incansável de analistas e comunicadores. Além do Cmd Robinson Farinazzo (Canal Arte da Guerra), a frente conta com Rubem Gonzalez (Canal Geoforça), Sérgio Rubens (Jornal Hora do Povo), Albert Caballé Marimón (Blog Velho General), Rodrigo e Rogério (Canal Três Irmãos), Luis Nassif (Jornal GGN), Rodolfo Laterza (Instituto GSEC e ADEPOL), Edilson Pinto (Plano Brazil), coronel Marco Antonio de Freitas Coutinho (Canal GRU! Geopolítica em Ação) Alexandre Galante (Forças de Defesa), Fernando Tietê & Ricardo Amadesi (Canal Fala Sério Total), além de Ali Ramos (Canal Vento Leste) e Linequer Santos (Canal Flecha Mura). Destacam-se também vozes essenciais da articulação pública e do debate nacional desenvolvimentista, como Klaus Scarmeloto, Antonio Neto e Gabriel Radamés, somados ao peso fundamental de veículos especializados que furaram o bloqueio da grande mídia desde o primeiro dia, como o Disparada, o DefesaNet e o Defesa Aérea & Naval.
Esta lista não engloba, de forma alguma, a totalidade de cidadãos, anônimos e públicos, que se recusam a ver o Brasil de joelhos e formaram um escudo em defesa do nosso patrimônio. A todos eles, o reconhecimento da Nação.
Bibliografia e Referências de Pesquisa
O mapeamento abaixo é um dossiê abrangente que prova, de forma irrefutável, que a defesa da Avibras é uma pauta suprapartidária e de Estado. As referências reúnem fontes da grande imprensa, mídia militar especializada e portais de todos os espectros políticos, englobando não apenas o histórico de desmonte da nossa Base Industrial de Defesa, mas também a documentação completa da recente e histórica força-tarefa de articulação (institucional, legislativa e de comunicação) liderada por sindicalistas, militares e analistas geopolíticos para salvar a empresa.
1. A Crise da Avibras, a Luta Sindical e a Ameaça Estrangeira
- CNN Brasil: Governo avalia que venda de Avibras para chineses pode causar estresse diplomático.
- Revista Oeste: Funcionários encerram greve de mais de três anos na Avibras.
- Hora do Povo: Petição pede Ordem do Mérito Militar para sindicato por atuação na defesa da Avibras.
- G1 / Rede Globo: Avibras e sindicato assinam acordo para pagar dívida de R$ 230 milhões.
- Sindicato dos Metalúrgicos (SJC): Trabalhadores aprovam proposta para retomada da Avibras e encerram greve de 1.280 dias.
- Canal Arte da Guerra (YouTube): A Luta contra a desnacionalização da Avibras (Cmd Robinson Farinazzo).
- Airway: Árabes e alemães negociam compra da Avibras e sindicato pede estatização.
- DefesaNet: Déjà Vu da Falta de Visão Estratégica: O Caso da Avibras e o Risco para a Indústria de Defesa Nacional.
- Defesa em Foco: Míssil Tático de Cruzeiro (MTC-300): A dissuasão estratégica nacional ameaçada.
2. O Cemitério da Defesa: Engesa, Bernardini e Mectron
- Forças Terrestres (Forte.jor): O tanque brasileiro Bernardini MB-3 Tamoyo e o sucateamento de projetos nacionais.
- Tecnologia & Defesa: SIATT e a Marinha assinam acordo (A trajetória de herança da Mectron e os acordos com o Edge Group).
- IPEA (Acadêmico/Repositório Oficial): A Base Industrial de Defesa Brasileira.
- Poder Naval: Grupo EDGE adquire participação na brasileira SIATT.
- BBC News Brasil: Como o Brasil quase construiu uma bomba atômica.
3. Geopolítica, Tratados e a Perda de Autonomia (TNP, Alcântara, MTCR)
- Folha de S.Paulo: 20 anos após tragédia de Alcântara, Brasil segue longe de ter lançador próprio (Reportagem especial de Salvador Nogueira sobre o programa espacial brasileiro).
- DefesaNet: Quando o Brasil quase teve uma bomba atômica.
- Scielo (Acadêmico/Caderno CRH): O Acordo de Alcântara e o Desenvolvimentismo Oculto (Estudo sobre o Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis – MTCR e as restrições impostas ao Brasil).
- BBC News Brasil: Como pressão dos EUA freou programa nuclear brasileiro.
4. As “Quase Perdas”: Embraer e Petrobras
- El País Brasil: Boeing desiste de acordo com a Embraer para criar uma filial conjunta.
- Gazeta do Povo: O que o Brasil quase perdeu de forma irreparável com a venda da Embraer para a Boeing.
- Observatório da Indústria (FIESP / CNI): Panorama dos Desafios Brasileiros da Indústria de Defesa e Segurança.
- Carta Capital: 9 empresas devastadas pela Lava Jato fecharam mais de 200 mil empregos diretos.
- Poder Aéreo: Ação mais valiosa da Embraer é a ‘golden share’, diz economista.
5. Dependência Tecnológica: O Veto Alemão ao Guarani
- Folha de S.Paulo: Alemanha veta exportação de blindado brasileiro após Lula negar munição.
- Defesa Aérea & Naval: Guarani: Brasil produzirá peças para garantir exportações.
- Revista Oeste: Em retaliação ao Brasil, Alemanha impede exportação de blindado Guarani.
6. Multimídia Institucional e Apoio Político
- Ciro Gomes (Instagram Oficial): Alerta sobre a importância da Defesa Nacional e as bases do PND.
- Rede TVT (Facebook): A conquista da sobrevivência: A luta heroica dos trabalhadores da Avibras e a resistência sindical.
- Câmara dos Deputados (TV Câmara): Comissão de Finanças debate em Audiência Pública as propostas de socorro e estatização da Avibras.
- ABIMDE: Perfil Oficial da Avibras Indústria Aeroespacial S/A e seu peso nas exportações do setor.
- Câmara dos Deputados / PL 2957/2024: Ficha de Tramitação: Projeto de Lei que declara a desapropriação por utilidade pública da Avibras Indústria Aeroespacial S/A.
- Câmara dos Deputados (CREDN): Especialistas manifestam preocupação com a Base Industrial de Defesa em audiência (Requerimentos PL/PSOL).
- ALESP – Assembleia Legislativa de SP: Audiência pública debate situação dos trabalhadores da Avibras (Maio/2023).
- Metrópoles: Boulos pede que governo Lula desaproprie fabricante de mísseis (Detalhes da formulação do PL).
- Hora do Povo: Guilherme Boulos entra com projeto declarando a Avibras empresa de utilidade pública.
- Câmara dos Deputados (Eventos Legislativos): Apresentações de convidados em eventos – A realidade da Avibras e a soberania nacional (Dr. Rodolfo Laterza e Comte. Farinazzo).
- Câmara dos Deputados (CREDN): Avibras terá o apoio da CREDN para retomar produção.
- Câmara dos Deputados (Apresentação Oficial CFT): Palestra de Robinson Farinazzo: A realidade da Avibras e a soberania nacional (Documento Oficial).
- Dep. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP): Requerimento cobrando explicações do Ministério da Defesa sobre possível venda da Avibras a grupos estrangeiros.
- Partido Liberal (PL): Nota oficial: Filipe Barros (PL-PR) trabalha para garantir aporte em indústria estratégica da defesa.
- Sindicato dos Metalúrgicos (SJC): Comunicado Oficial: Sindicato assina acordo para volta da Avibras.
7. Entrevistas, Vídeos e Cobertura dos Articuladores (Cmd Farinazzo, Weller Gonçalves e Dr. Rodolfo Laterza)
- Canal Arte da Guerra (YouTube): Acervo completo de vídeos do Comandante Robinson Farinazzo com análises diárias e aprofundadas sobre a crise, a soberania e a salvação da Avibras.
- Câmara dos Deputados (TV Câmara): Indústria de defesa nacional e AVIBRAS – Pronunciamento técnico do Dr. Rodolfo Queiroz Laterza (Presidente da ADEPOL) sobre geopolítica e segurança.
- DefesaNet: Audiência Pública: A realidade da AVIBRAS e a Soberania Nacional – Resumo escrito das posições do Dr. Rodolfo Laterza e do jornalista Luis Nassif.
- Mídia Alternativa e Sindical (Vídeo): Avibras volta em abril | Análise da linha do tempo da greve com Weller Gonçalves, presidente do Sindicato.
- Entrevista de Fundo (Vídeo): Weller Gonçalves conta tudo sobre a retomada da Avibras e os embates de bastidores.
- Acervo YouTube/Debates e Lives de Mídia Independente: A crise da Avibras e a mobilização nacional pela estatização (Debate sobre a soberania em risco).
- Acervo YouTube/Cobertura Especializada: Entendendo o impacto geopolítico da desnacionalização e a tecnologia de mísseis no Brasil.
- Acervo YouTube/Mobilização e PL 2957: Análises sobre a tramitação da proposta de estatização na Câmara dos Deputados.
- Acervo YouTube/PND e Defesa: O papel do Complexo Industrial de Defesa no Projeto Nacional de Desenvolvimento.
- Acervo YouTube/Soberania em Pauta: As negociações internacionais e a cobiça sobre o sistema Astros e o MTC-300.
- Acervo YouTube/Articulação Política: Bastidores do avanço nas comissões de defesa (CREDN) e a união suprapartidária.
- Acervo YouTube/Frente Parlamentar: Declarações e pressões de autoridades civis e militares para salvar a Base Industrial.
- Acervo YouTube/Risco de Apagão Tecnológico: O histórico do desmonte do setor de defesa brasileiro e o alerta para o caso Avibras.
- Weller Gonçalves (Presidente do Sindicato): Entrevista aprofundada sobre a luta dos trabalhadores para segurar a empresa.
- Acervo Instagram (Recortes Institucionais): Vídeo: Debate de estatização na Câmara e pressão popular.
- Acervo Instagram (Recortes Institucionais): Vídeo: Menção à defesa da estatização em audiência pública.
- Acervo Instagram (Recortes Institucionais): Vídeo: A importância estratégica e a dissuasão da Avibras no cenário global.
8. Artigos Analíticos em Portais Independentes, Militares e de Geopolítica
- Sputnik Brasil/Notícia Brasil: Intervenção: 3 vezes em que o desenvolvimento do Brasil foi sabotado por estrangeiros.
- BBC News Brasil: Reportagem Especial: O histórico das pressões internacionais e o cerco às tecnologias estratégicas do Brasil.
- Site Velho General (Blog Militar e Geopolítico): Avibras: Soberania, Crise e uma Proposta de Resgate Estratégico (Autor: Carlos Alexandre Klomfahs).
- Site Velho General: A Crise da Defesa Antiaérea no Século XXI e o Alerta que o Brasil Não Pode Ignorar.
- Site Disparada: Acervo de artigos sobre o Projeto Nacional de Desenvolvimento, a importância da estatização da Avibras e os riscos da desnacionalização predatória.
- Jornal GGN (Luis Nassif): Artigo Analítico: “A Avibras continuará sob controle nacional”.
- Jornal GGN (Luis Nassif): Artigo Analítico: “É hora de salvar a Avibras”.
- Velho General: Avibras: há esperança! (Artigo sobre o PL 2957/2024 e a importância da proteção da base industrial de defesa nacional).
- Velho General: O Iron Dome israelense e a importância da Avibras na defesa aérea (Carlos Alexandre Klomfahs).
9. Mobilização da Sociedade Civil e Novos Movimentos
- Campanha SOS Avibras: Perfil Oficial no Instagram (@sosavibras).
- Petição Pública SOS Avibras (Change.org): Pela Salvação da Avibras e da Soberania Nacional (Manifesto com mais de 2.500 assinaturas).
- Fórum pelo Novo Trabalhismo: Perfil Oficial do Movimento Novo Trabalhismo (@onovotrabalhismo), berço da iniciativa SOS Avibras e articulador do PND.
- Juventude Trabalhista: Perfil Oficial (@juvtrabalhista), atuando no engajamento da nova geração em defesa do Complexo Industrial de Defesa.
- Movimento Brasil Grande: Plataforma de articulação de projetos estratégicos nacionais e ponte institucional. Participação de Miguel Brito no evento global One Livestream One World, debatendo a soberania tecnológica brasileira.
O Esforço Nacional: Onde a Defesa da Avibras foi Pautada
A mobilização para salvar a Avibras não ocorreu apenas em portas de fábrica ou gabinetes fechados. Ela tomou os meios de comunicação de forma capilarizada, unindo influenciadores de Defesa, sindicalistas, autoridades policiais e a mídia independente. O mapeamento abaixo comprova que a blindagem da empresa e a condecoração do Sindicato representam a vontade de um Brasil que se recusa a perder sua soberania.
1. A Frente Militar e Geopolítica: Comandante Robinson Farinazzo
O Canal Arte da Guerra foi a principal trincheira digital de defesa da Avibras, rompendo o silêncio da grande mídia com dezenas de vídeos técnicos.
- Canal Arte da Guerra (YouTube): AVIBRAS: aviso URGENTE para a comunidade do Canal ARTE DA GUERRA!!!
- Câmara dos Deputados (TV Câmara): Participação ativa e depoimentos técnicos nas audiências da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) defendendo a estatização.
- Sputnik Brasil: Entrevistas do Cmd Farinazzo alertando para o isolamento do Brasil caso entregue a sua tecnologia de mísseis a potências estrangeiras.
2. A Voz das Fábricas: Weller Gonçalves e o Sindicato
A linha de frente sindical que rodou o Brasil em podcasts, rádios e eventos para pautar a sobrevivência da Base de Defesa.
- Podcast Disparada: Estrangeiros tentam comprar a AVIBRAS? Entrevista com Weller Gonçalves no programa DISPARATE.
- Rádio Cultural FM: Entrevista ao vivo sobre a situação dos trabalhadores da Avibras e o esvaziamento tecnológico da empresa.
- Rede TVT (Facebook): A conquista da sobrevivência: A luta heroica dos trabalhadores da Avibras e a resistência sindical.
3. A Segurança Pública e o Direito de Estado: Dr. Rodolfo Laterza
O presidente da ADEPOL, diretor de Inteligência do Instituto GSEC e analista geopolítico foi um dos arquitetos fundamentais do PL de estatização.
- Câmara dos Deputados (TV Câmara): Pronunciamento técnico nas Comissões alertando para o risco institucional de perda da Base Industrial de Defesa.
- DefesaNet: Como a Embraer foi salva da destruição.
4. A Guerra Legislativa e o PL 2957/2024
A batalha no Congresso Nacional que uniu parlamentares de polos opostos.
- ALESP: Audiências Públicas sobre o sucateamento (convocadas pelo Dep. Guilherme Cortez – PSOL).
- Câmara dos Deputados (CREDN): Sessões encabeçadas por Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL) e General Pazuello (PL).
- Câmara dos Deputados: Protocolo do PL 2957/2024 pelo Dep. Guilherme Boulos (PSOL), focado na desapropriação por utilidade pública.
5. O Eco na Mídia: Jornais, Portais e Rádios
Veículos de espectros variados provando a urgência suprapartidária do tema.
- Hora do Povo: Avibras desnacionalizada é ameaça à soberania nacional.
- Jovem Pan/Jovem Pan News: Cobertura sobre o acordo coletivo, a dívida de R$ 230 milhões e o retorno das atividades de defesa.
- Revista Oeste: Análise econômica das negociações com os chineses da Norinco.
- CNN Brasil: Análises do estresse diplomático que a venda da Avibras causaria no cenário internacional.
- Poder Naval/Forças Terrestres: Cobertura especializada da crise desde as primeiras demissões.
- Brasil 247: A cobertura sobre as negociações do Ministério da Defesa (José Múcio) e o alerta contra o desmonte das indústrias.
- Metrópoles: Bastidores políticos: Boulos busca apoio no governo para socorrer Avibras e desapropriar fabricante.








