Apoio ao Sd Esmeraldino / PMSC

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Sd Esmeraldino

Sd Esmeraldino, gravemente ferido por meliantes durante o assalto ao Banco do Brasil em Criciúma-SC, em novembro de 2020.

O Soldado Jeferson Luiz Esmeraldino, alvejado por meliantes durante o fatídico assalto ao Banco do Brasil em Criciúma, em novembro de 2020, sobrevive com extrema necessidade de atenção médica. Trata-se do caso em que comentaristas de uma rádio trataram de forma desumana, para usar um eufemismo. Esmeraldino precisa de ajuda.


Mesmo com a publicação da reforma por incapacidade física na segunda-feira, 24 de maio, e sem saber ainda o valor da remuneração que receberá, a família do soldado Jeferson Luiz Esmeraldino, baleado na noite do assalto ao Banco do Brasil de Criciúma, segue custeando altos valores para manter o policial militar vivo, bem como proporcionar as melhores medidas de conforto para o dia a dia dele.

Os recursos subsidiados pelo Estado são destinados para o pagamento da empresa SOS Home Care, que presta o atendimento médico domiciliar. Conforme o último boletim divulgado no último sábado, 29, “O Sd Esmeraldino realizou uma punção para tratamento de hidrocefalia, conforme recomendação Dr. Tiago, neurologista assistente; não foi observada melhora cognitiva; o paciente ganhou peso; segue acamado; e, está se recuperando de uma possível infecção respiratória, com em uso de antibiótico e com bom prognóstico. A atenção ao Sd Esmeraldino é realizada com o emprego dos seguintes profissionais: Técnicos de enfermagem 24h; fisioterapia 2x ao dia; fonoaudiólogo 1x ao dia; terapeuta ocupacional 3x por semana; nutricionista 2x ao mês.”

Os medicamentos administrados no tratamento também são reembolsados pelo poder público do Estado, no entanto, os custos com energia elétrica, que quase triplicou na residência da família, desde o dia 5 de fevereiro, quando o policial recebeu alta e retornou para a casa, não são cobertos, assim como os gastos com produtos de higiene, materiais de limpeza, lençóis especiais, fronhas, travesseiros e roupas especiais, por ele estar acamado requer cuidados com a higiene com mais frequência.

Família precisou se adaptar

Antes daquela noite fatídica, de 30 de novembro para o dia 1º de dezembro do ano passado, Esmeraldino morava sozinho, pois estava em um processo de divórcio, no entanto após a saída do hospital precisou morar com a sua mãe, em uma residência em que não havia um quarto adequado para a nova situação em que ele se encontrava. Para acomodá-lo, foi necessário transformar a sala em quarto, e há quase quatro meses ele está neste local. Segundo o comando da Polícia Militar da 6ª Região, há um processo em andamento para promover Esmeraldino por Ato de Bravura.

“A ideia é construir uma edícula atrás da casa da mãe, com um espaço maior para ele ter todos os equipamentos que ele precisa: cama hospitalar, cadeira de roda e guindaste, caso precise”, conta o irmão, mas para isso também são necessários mais recursos financeiros, que estão escassos por conta de algumas dívidas do processo de divórcio, além do desconto da pensão de sua filha de 5 anos, que era seu maior tesouro e para quem ele não media esforços para dar o melhor, comentou seu irmão, Joelson.

Hoje, o ex-soldado é totalmente dependente, de que as pessoas o tirem da cama para colocar na cadeira de rodas, para dar banho, etc. O último diagnóstico que o neurologista passou aos familiares é de que Esmeraldino está com estado mínimo de consciência, apesar de não fazer nenhuma promessa e nem dar expectativas, o médico incentivou a continuidade das fisioterapias e a manter o tratamento com a fonoaudióloga. “Então não dá pra saber se ele vai evoluir ou voltar a ter alguma reabilitação, de alguma forma”, declarou o irmão.

“Quando a gente saiu do hospital, no dia 5 de fevereiro, ele não falava, não se mexia e não tinha nenhuma interação, hoje ele continua na mesma situação”, enfatiza Joelson. No entanto, como o próprio irmão disse, há situações que nem mesmo os médicos preveem.

Toda ajuda é bem vinda

Neste momento a família conta com a solidariedade de muitas pessoas de todas as partes do Estado (SC), segundo o irmão do policial, Joelson Esmeraldino. “Criamos uma conta para receber as doações e estamos tendo um bom retorno das campanhas que realizamos”, destacou. Quem tiver interesse de contribuir para ajudar o ex-policial militar pode realizar um PIX ou transferência bancária. Abaixo estão os dados bancários:

Banco do Brasil
Chave Pix de telefone celular:+5548988236166

Em nome de Jeferson Luiz Esmeraldino
Conta Corrente 109233-2
Ag 201-1

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5 comentários

  1. Pix de 20 reais efetuado, que Deus abençoe tanto o Esmeraldino quanto o Albert pela ajuda na campanha.

    Polícia é vida

    1. Seidi, faça um pix para a chave indicada (celular dele), que o CPF não será necessário. Muito obrigado pelo interesse em ajudar. Forte abraço, Albert.

    1. Wellington, vou tentar verificar com a pessoa que me passou as informações. Muito obrigado pelo interesse em ajudar!

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