Rússia disposta a sediar reunião de líderes israelense-palestinos

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A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova (Foto: Assessoria de Imprensa do Ministério das Relações Exteriores da Rússia/Tass).

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova (Foto: Assessoria de Imprensa do Ministério das Relações Exteriores da Rússia/Tass).

A Rússia confirma sua disponibilidade para sediar uma reunião dos líderes israelenses e palestinos. Outros do Oriente Médio não se opõem a esta iniciativa, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, nesta sexta-feira.

“A proposta da Rússia de manter conversações diretas entre os líderes de Israel e da Palestina no território de nosso país sem quaisquer pré-condições continua em vigor. Os palestinos expressaram repetidamente sua prontidão básica para tal contato. Os israelenses ainda não decidiram e parece que Jerusalém Ocidental não está preparada para um diálogo direto com a Autoridade Nacional Palestina por enquanto”, disse ela.

“No que diz respeito à posição do quarteto de mediadores internacionais do Oriente Médio em relação a esta iniciativa, nenhum dos participantes do mecanismo se opôs a isso”, disse Zakharova.


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Ela ressaltou que Moscou acredita que é importante realizar uma reunião urgente do quarteto em nível ministerial e também convocar uma reunião ministerial do quarteto e dos atores regionais.

Grupos radicais palestinos na Faixa de Gaza e o exército israelense trocam ataques desde 10 de maio, após distúrbios perto da mesquita de Al Aqsa em Jerusalém Oriental, desencadeados por uma decisão de um tribunal israelense de confiscar casas de várias famílias árabes no bairro Sheikh Jarrah.

Os radicais dispararam mais de 4.000 mísseis contra o território do Estado judeu. Em retaliação, os militares israelenses bombardearam centenas de alvos no enclave. De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, 232 palestinos foram mortos e 1.900 outros feridos. Ao todo, o conflito custou 260 vidas nos territórios palestinos, incluindo a Cisjordânia. Nada menos que 12 foram mortos do lado israelense.

Fonte: Tass.

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