Plano de construção da US Navy exigiria níveis de financiamento “sem precedentes”, diz agência reguladora

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Um C-2A Greyhound no convoo do porta-aviões Gerald R. Ford. O Ford está sendo aprontado para desdobramento em 2022, de acordo com a US Navy (Foto: Zack Guth/US Navy).

Um C-2A Greyhound no convoo do porta-aviões Gerald R. Ford. O Ford está sendo aprontado para desdobramento em 2022, de acordo com a US Navy (Foto: Zack Guth/US Navy).

Relatório do CBO (Congressional Budget Office) avalia o último plano de construção naval da US Navy, que foi divulgado pelo Pentágono em dezembro e visa cobrir o futuro da frota de 2022 a 2051. A CBO identificou que construir uma frota futura maior envolveria dotações orçamentárias quase 50% maiores do que o valor médio alocado para contas de construção naval nos últimos cinco anos.

Os custos totais de construção de navios, incluindo os fundos para reabastecimento nuclear e drones, serão em média cerca de US$ 34 bilhões por ano, 10% maior do que as estimativas do plano, de acordo com o CBO.

Os custos anuais de operação e suporte aumentariam de US$ 74 bilhões hoje para US$ 113 bilhões em 2051, de acordo com o CBO, com o orçamento total da US Navy exigindo um salto para US$ 279 bilhões em dólares de 2021 até 2051, um aumento de US$ 79 bilhões em relação aos níveis atuais.

O plano de construção naval lançado em dezembro aumentaria substancialmente o estoque planejado da força de batalha para mais de 400 navios até 2051, um crescimento que exigiria um aumento do orçamento total da US Navy em cerca de 40% em dólares de 2021, de acordo com o relatório.

Esse plano envolveria mais de US$ 1 trilhão de dólares em 2021 para construir navios tripulados e não tripulados, exigindo um orçamento anual que “seria sem precedentes desde a Segunda Guerra Mundial”, afirma o relatório da CBO.

Metade desses US$ 34 bilhões anuais iria para submarinos, enquanto cerca de um terço seria alocado para porta-aviões e combatentes de superfície, com o restante indo para navios anfíbios, embarcações de logística e de apoio.

E enquanto as altas patentes estão cada vez mais promovendo o papel dos sistemas não tripulados no futuro, o plano de dezembro mostra que os drones ocupam apenas cerca de 4% dos custos anuais de construção naval, embora não esteja claro se a US Navy financiará os drones por meio de sua conta de construção naval, de acordo com o CBO.

O CBO também observa que os planos não tripulados da US Navy permanecem incipientes, o que pode aumentar ainda mais os custos nas próximas décadas.

“A US Navy ainda está desenvolvendo seus conceitos de operação para sistemas não tripulados, o que aumenta o risco de aumento de custos e atrasos na construção e operação”, afirma o relatório do CBO.

O plano avaliado pelo CBO vem com algumas ressalvas importantes, principalmente que o plano foi elaborado sob o presidente anterior, e a atual administração da Casa Branca ainda não indicou como prevê a futura frota da US Navy.

Fonte: Defense News.

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