Taiwan relata nova incursão de jatos chineses na zona de defesa

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Caças J-16 voam em formação durante exercício de treinamento de voo em Chongqing, sudoeste da China, em 6 de março de 2018. (Foto: Liu Chang e Liu Yinghua/chinamil.com.cn).

Caças J-16 voam em formação durante exercício de treinamento de voo em Chongqing, sudoeste da China, em 6 de março de 2018. (Foto: Liu Chang e Liu Yinghua/chinamil.com.cn).

O Ministério da Defesa de Taiwan relatou na segunda-feira uma nova incursão da Força Aérea da China na zona de identificação de defesa aérea (ADIZ) da ilha, composta por oito caças e duas outras aeronaves, uma das quais voou através do estratégico Canal Bashi.

Taiwan, reivindicada pelos chineses, tem reclamado nos últimos meses de repetidas missões da força aérea da China perto da ilha, concentradas na parte sudoeste de sua zona de defesa aérea perto das ilhas Pratas, controladas por Taiwan. No final do mês passado, Taiwan relatou que 20 aeronaves chinesas estavam envolvidas em uma dessas incursões.

No último incidente, o Ministério da Defesa de Taiwan disse que quatro caças J-16 e quatro J-10 chineses estavam envolvidos, bem como um avião de alerta antecipado e uma aeronave antissubmarina, a última das quais voou para o sul de Taiwan através do Canal Bashi que conecta o Pacífico ao Mar da China Meridional.

A força aérea de Taiwan enviou uma patrulha aérea de combate e alertou os aviões chineses para se afastarem, acrescentou o ministério.

Não houve resposta imediata do Ministério da Defesa da China, mas os voos coincidiram com outras atividades militares chinesas no norte de Taiwan.

O Ministério da Defesa do Japão disse no domingo que o porta-aviões chinês Liaoning, acompanhado por cinco navios de escolta, cruzou o Estreito de Miyako a caminho do Pacífico.

Embora a força aérea da China não tenha sobrevoado Taiwan, os voos aumentaram a pressão, tanto financeira quanto física, sobre a força aérea da ilha para garantir que suas aeronaves estejam prontas para decolar a qualquer momento, no que as autoridades de segurança descrevem como uma “guerra de atrito”.

A China vê Taiwan como seu próprio território e nunca renunciou ao uso da força para recolocar a ilha sob seu controle. Embora a força aérea de Taiwan seja bem treinada, ela é superada pela da China.

Fonte: Agência Reuters.

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