As alternâncias do poder mundial do final do Século XIX aos dias atuais

Sala de reuniões do Conselho de Segurança da ONU na sede das Nações Unidas em Nova York, EUA, em fotografia de 2014 (Foto: Neptuul/Wikimedia Commons/CC BY-SA 3.0).

Analisar a história nos mostra que, independentemente do direito internacional, o poder econômico e a força militar são fatores determinantes no relacionamento entre as nações.

A superpotência regional turca

Soldados americanos ao lado de veículo militar turco nos arredores de Tel Abyad, na Síria, perto da fronteira com a Turquia, em setembro de 2019 (Foto: Delil Souleiman/Agência France Presse/Getty Images).

Com uma população que em 2020 atingiu a marca de 82 milhões de habitantes e um contingente militar ativo de 355 mil soldados, a Turquia aspira ascender ao posto de “superpotência regional” nos próximos anos.

Como os EUA erraram com o 11 de setembro

Carros de combate do Exército dos EUA ocupam posições ao longo de uma estrada na zona desmilitarizada entre o Kuwait e o Iraque em 19 de março de 2003, antes da invasão do Iraque (Foto: Scott Nelson/Getty).

A guerra no Afeganistão durou 20 anos e custou aos americanos quase 2.500 mortos, mais de vinte mil feridos a um orçamento estimado entre um e mais de dois trilhões de dólares. Os EUA venceram a fase inicial da guerra desalojando o Talibã, mas abandonaram o Afeganistão em condições discutíveis e humilhantes. Onde eles erraram? Esta análise vai além do Afeganistão, como mostra este artigo.

Estados Unidos, China e a transição de poder no Século XXI

Imagem: Theasis/Getty Images.

A geopolítica contemporânea não está reeditando o sistema bipolar vivido durante a Guerra Fria, mas passando por uma crise de transição típica da disputa entre um poder hegemônico e outro ascendente, tal como ocorreu durante as décadas anteriores à Primeira Guerra Mundial. Resta saber como essa dinâmica será processada no século XXI.