Tensão China-EUA: Strike groups mostram os EUA fortalecendo sua presença no Indo-Pacífico

Porta-aviões classe Nimitz da marinha americana, USS Carl Vinson (Foto: US Navy).

Especialistas militares dizem que implantação regular de grupos de ataque na região indica que os EUA continuarão a fortalecer sua presença militar na região; Especialistas militares e estaleiros chineses acompanharam de perto o teste de choque do USS Gerald Ford para possíveis lições.

Grupo de ataque dos EUA no Mar do Sul da China antes das negociações de Defesa da ASEAN

O porta-aviões americano USS Ronald Reagan (Foto: US Navy).

O USS Ronald Reagan liderou exercícios navais em áreas disputadas antes de discussões regionais que tem o objetivo de aliviar tensões; A Marinha dos EUA diz que patrulha é parte da “presença de rotina” na região.

Grupo de batalha do Reino Unido suspende em sua primeira implantação

A Rainha Elizabeth II visitou o porta-aviões da Marinha Real HMS Queen Elizabeth em Portsmouth em 22 de maio de 2021, horas antes do grupo de batalha suspender em seu primeiro desdobramento operacional. Durante a visita de 45 minutos, a rainha falou para uma plateia de marinheiros, aviadores e fuzileiros navais britânicos e americanos (Foto: Ministério de Defesa do Reino Unido).

O grupo de batalha britânico é tripulado por 3.700 militares das forças armadas do Reino Unido, EUA e Holanda, percorrerá 26.000 milhas náuticas nesta primeira implantação, e irá realizar mais de 70 engajamentos, exercícios e operações.

Grupo de ataque do porta-aviões Shandong conclui exercício no Mar da China Meridional

O Shandong é o primeiro porta-aviões totalmente fabricado internamente na China (Foto: CCTV).

O Ministério da Defesa da China disse que o porta-aviões e seu grupo realizaram o primeiro exercício do ano na região, em meio à expansão das capacidades militares do país.

Caças F-35B dos US Marines são implantados no porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth

Foto: Military Network.

Caças F-35B do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA voaram 5.000 milhas do Arizona ao Reino Unido para embarcar no porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth, na primeira implantação de um esquadrão completo de F-35B dos EUA a bordo de um porta-aviões britânico.

O HMS Queen Elizabeth e as aspirações britânicas

A Grã-Bretanha anunciou que vai enviar seu novo porta-aviões, o HMS Queen Elizabeth, a um longo desdobramento no Pacífico em 2021, após o término da fase de testes. O navio participará de exercícios militares com aliados. Esta é uma decisão que pode revelar um pouco das pretensões britânicas pós-Brexit no campo geopolítico.

CSG 12, um Carrier Strike Group da US Navy

190621-N-FK070-1312 ARABIAN SEA (June 21, 2019) An MH-60S Sea Hawk helicopter from the Nightdippers of Helicopter Sea Combat Squadron (HSC) 5 transports cargo from the dry cargo and ammunition ship USNS Alan Shepard (T-AKE 3) to the Nimitz-class aircraft carrier USS Abraham Lincoln (CVN 72) during a vertical replenishment-at-sea. The Abraham Lincoln Carrier Strike Group is deployed to the U.S. 5th Fleet area of operations in support of naval operations to ensure maritime stability and security in the Central Region, connecting the Mediterranean and the Pacific through the western Indian Ocean and three strategic choke points. With Abraham Lincoln as the flagship, deployed strike group assets include staffs, ships and aircraft of Carrier Strike Group (CSG) 12, Destroyer Squadron (DESRON ) 2, the guided-missile cruiser USS Leyte Gulf (CG 55) and Carrier Air Wing (CVW) 7. (U.S. Navy photo by Mass Communication Specialist 1st Class Brian M. Wilbur/Released)

Muito se fala dos Strike Groups da US Navy, frotas lideradas por porta-aviões com um poder aeronaval realmente impressionante. Conheça um pouco mais sobre a estrutura de comando e a operação dessas formações da marinha americana.