Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 3-final)

Na terceira e última parte do artigo, a retirada dos sobreviventes e a conclusão da história desta batalha, épica para os poloneses, um resumo do triste saldo final e as principais perdas de ambos os lados, além de uma análise de aspectos históricos e visões de historiadores que se contrapõem.

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 2)

Enquanto em 5 de setembro ainda era possível parar o ataque inimigo, no dia seguinte a defesa polonesa quebrou. O comandante-em-chefe, marechal Śmigły-Rydz, ordenou que a unidade do SGO Wyszków, sob Kowalski (as 1ª e 41 de Infantaria, essa última do general Piekarski), então estacionadas nos subúrbios de Pułtusk e Różan, mantivessem o setor seguro de modo que uma retirada para o oeste, na direção do Narew, pudesse ser realizada caso a pressão do inimigo não fosse contida.

Batalha de Wizna, as “Termópilas Polonesas”: entre o mito e o fato (Parte 1)

Afoito, quase desesperado, o soldado de artilharia Seweryn Biegański pedala furiosamente pela estrada que atravessa a floresta, rumando na direção de Góra Strękowa, 36 km ao sul. Ele saiu do Forte Osowiec, cidadela que se manteve inexpugnável por seis meses e meio na I Guerra e não foi tomada pelos alemães nem mesmo com o uso de armas químicas. Tem pressa e precisa ter mesmo. É manhã de 10 de setembro de 1939, décimo dia da invasão alemã à Polônia, e Biegański leva uma mensagem ao capitão Władysław Raginis, comandante do setor Wizna.

O Hurricane P.3175 e a Batalha da Inglaterra

O Hawker Hurricane Mk.1 série P.3175 foi um dos mais de mil caças perdidos pela Royal Air Force durante a Batalha da Inglaterra. Seus restos estão hoje no Museu da Batalha da Grã-Bretanha em Hendon; o oficial que o pilotava, o P/O Maffett, está sepultado em Windsor Road. Este é um pequeno recorte que sintetiza a história dessa grande batalha.

John F. Kennedy e o abalroamento da PT-109

Em 1943, o então tenente Kennedy, no comando da torpedeira PT-109, protagonizou um episódio que o transformou em herói nacional aos olhos do público americano. No entanto, do ponto de vista militar há controvérsias sobre as ações de Kennedy imediatamente antes do incidente. Teria ele responsabilidade sobre o abalroamento?

O ataque ao Hillman Strongpoint: uma fortificação no Dia D

Os pesados combates e a forte defesa dos complexos de bunkers estão entre os fatores pelos quais os Aliados não foram capazes de tomar Caen em 6 de junho, como estava previsto inicialmente. A cidade só caiu dois meses depois do Dia D, em 6 de agosto.

Dia da Vitória

No dia 8 de maio de 1945, após seis longos e terríveis anos, terminava a Segunda Guerra Mundial na Europa, marcando o dia em que os aliados finalmente derrotaram o nazismo. Desde então é celebrado o Dia da Vitória.

A morte do General Rose

Sob o comando do general Maurice Rose “a soldier of soldiers”, a 3ª Divisão Blindada é detentora do maior avanço realizado em apenas um dia na história das operações militares da II Guerra, alcançando 162 km em direção a Paderborn, Alemanha, em março de 1945.

A alvorada do Fritz

Um episódio da FEB na Itália: passagem extraída do livro Crônicas de Guerra do tenente-coronel Olívio Gondim de Uzêda, comandante do 1º Batalhão do 1º Regimento de Infantaria, o Glorioso Sampaio, transcrita pelo general Luiz Eduardo Rocha Paiva.

O almirante que lançou a bomba atômica

Há homens que se destacam por sua perseverança, vontade e valores, pelos quais lutam a vida inteira. Esses homens são exemplos a ser seguidos por todos. Cabe às organizações identifica-los e mantê-los, para sua própria sobrevivência. O almirante Deak Parsons era um desses homens.