Radar Semanal 06/08/21

Militar afegão (Foto: Xinhua/Saifurhaman Safi/Getty Images).

Uma abordagem da postura geopolítica da Índia em relação à China; artigo avalia que uma melhor estratégia para os EUA seria atrair a Rússia para o Ocidente, isolando a China; três cenários possíveis para o futuro do Afeganistão; e a ineficácia das sanções dos EUA contra os drones iranianos.

Infográfico: áreas sob controle do Talibã e do governo no Afeganistão

Combatentes talibãs no leste da província de Nangarhar em imagem de 2016 (Foto: Rahman Safi/Xinhua).

Infográfico: Enquanto o Talibã intensifica seus ataques e expande os territórios que controla, as forças de segurança afegãs mantêm o controle total de cerca de 22% dos distritos em todo o país.

Conflito não declarado? Aumentam combates dos EUA contra milícias apoiadas pelo Irã

Militares americanos observam jato F-16 em cerimônia de recepção de quatro dessas aeronaves em uma base militar em Balad, Iraque, 20 de julho de 2015 (Foto: Thaier Al-Sudani/Reuters).

Para os democratas, a questão é se o padrão de ataques e contra-ataques não equivale a um conflito não declarado, com risco de os EUA tropeçarem em uma guerra direta com o Irã sem envolvimento do congresso.

Aeronaves americanas atacam milícia apoiada pelo Irã no Iraque e Síria; militares iraquianos condenam

Vista aérea da sede militar dos Estados Unidos, o Pentágono, em 28 de setembro de 2008 (Foto: Jason Reed/Reuters).

Saeed Khatibzadeh, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, disse que as ações dos americanos estão “interrompendo a segurança na região, e uma das vítimas disso serão os EUA”.

A violência social e o Direito contemporâneo

Imagem: Montagem com imagens Pixabay/Radware.

A violência como instrumento de poder é uma linguagem destrutiva na ordem social do Estado Democrático de Direito e se manifesta frequentemente através do terrorismo em suas diversas modalidades, desde bélicas até as mais sofisticadas no campo da cultura.

Radar Semanal 21/05/2021

O brigadeiro-general Esmail Ghaani, então recém-nomeado comandante da Força Quds do Irã, lê o testamento do major-general Qassem Soleimani, durante o memorial de quarenta dias no Grand Mosalla em Teerã, Irã, em 13 de fevereiro de 2020 (Foto: Nazanin Tabatabaee/WANA/Reuters).

Nesta edição do Radar, a postura da Turquia, e porque, na visão do autor do artigo, ela não deve retornar à esfera de influência do ocidente; a real efetividade das sanções americanas contra as vendas de armas da Rússia; o recente conflito entre Israel e Palestina pode conter lições militares para a Coreia do Sul; e as novas milícias iraquianas criadas pelo Irã, que reportam à Força Quds.

Decifrando o código das milícias marítimas da China

Nesta imagem da Força Tarefa Nacional do Mar das Filipinas Ocidental, navios chineses estão atracados no Whitsun Reef, no Mar do Sul da China, em 27 de março de 2021 (Foto: Governo das Filipinas).

Um navio de pesca chinês aparece em um local sensível – perto das Ilhas Senkaku no Mar da China Oriental, um recife do Mar do Sul da China ou ao largo de uma base aeronaval dos EUA. É um barco de pesca “comum” ou é uma milícia marítima?

Guarda Costeira das Filipinas realiza exercícios no Mar do Sul da China

Foto fornecida ontem pela Guarda Costeira das Filipinas mostra pessoal em um exercício marítimo perto da Ilha de Thitu, no Mar da China Meridional (Foto: Guarda Costeira das Filipinas/AFP).

Manila implantou mais navios de patrulha, incluindo da Guarda Costeira e navios da Marinha, para intensificar a vigilância e prevenir a pesca ilegal.

Radar Semanal 26/02/2021

No Radar Semanal de hoje, destacamos dois fatos que consideramos marcantes: o ataque americano à instalações na Síria, a primeira ação militar de Joe Biden, e a escalada da crise em Mianmar, cuja solução parece cada vez mais distante. Selecionamos três artigos sobre cada assunto, procurando trazer visões distintas.

EUA bombardeiam instalações na Síria

Na primeira ação militar do governo de Joe Biden, aeronaves americanas atacaram alvos na Síria, atingindo infraestruturas que seriam utilizadas por milícias apoiadas pelo Irã. A operação é uma retaliação aos ataques com foguetes por milícias iraquianas contra pessoal americano em meados de fevereiro em Irbil, Iraque.