Radar Semanal 02/04/2021

O presidente russo, Vladimir Putin, em Sochi, Rússia, outubro de 2019 (Foto: Sergei Chirikov/Reuters).

As recentes implantações de tropas russas próximo da Ucrânia; uma análise do novo modelo de forças do Reino Unido; as apostas e barganhas que mantém Putin no poder na Rússia; Um sumário das capacidades desestabilizadoras do Irã no Oriente Médio; e o uso de inteligência artificial para analisar a cada vez maior massa de dados coletada pela marinha dos EUA.

Coalizão realiza 133 ataques aéreos contra ISIS no Iraque

Dois F/A-18F Super Hornet decolam do USS Carl Vinson em missão de apoio à Operação Inherent Resolve. Imagem ilustrativa. (Foto: Scott Fenaroli/US Navy).

Coalizão liderada pelos EUA conduziu uma grande ofensiva contra o Estado Islâmico no norte do Iraque, realizando 133 ataques aéreos em 10 dias.

Os A-4 da Força Aérea do Kuwait na Guerra do Golfo

Após dois dias de intensos combates durante a invasão iraquiana do Kuwait, as forças kuwaitianas foram derrotadas. No entanto, muitos pilotos conseguiram escapar para a Arábia Saudita levando suas aeronaves e puderam retornar ao combate posteriormente. Entre essas aeronaves, estavam os McDonnell Douglas A-4KU e TA-4KU Skyhawk, alguns dos quais voam hoje no Esquadrão VF-1 da Marinha do Brasil.

Para o Irã, armas nucleares podem esperar

Com uma população se afastando cada vez mais da religião e tendendo a preferir um governo secular, o regime dos aiatolás do Irã estaria mais inclinado a priorizar a recuperação da economia, gravemente afetada pelas sanções e pela pandemia do Covid-19, do que a obtenção de armas nucleares.

EUA bombardeiam instalações na Síria

Na primeira ação militar do governo de Joe Biden, aeronaves americanas atacaram alvos na Síria, atingindo infraestruturas que seriam utilizadas por milícias apoiadas pelo Irã. A operação é uma retaliação aos ataques com foguetes por milícias iraquianas contra pessoal americano em meados de fevereiro em Irbil, Iraque.

Radar Semanal 27/11/2020

Uma análise sobre o grande acúmulo de poder pelas Big Techs, a morte de Maradona, a ONU parece começar a se mover em relação aos direitos humanos na Venezuela, as melhorias dos novos porta-aviões classe Ford em relação à classe Nimitz e uma avaliação sobre a perda de supremacia da marinha americana no Mar do Sul da China. Mas há mais!

Radar Semanal 20/11/2020

Entre outros, uma análise dos mísseis convencionais da China; o teste de um interceptador de ICBM lançado por destróier americano no Pacífico; um acordo Grécia-Emirados em meio às tensões com a Turquia; reportagem da Al Jazeera sobre Emmanuel Macron, da França; ataque de Israel à instalações iranianas na Síria; general americano afirma que o ISIS ainda é uma ameaça de longo prazo.

Mudanças na geopolítica do Oriente Médio

Os “Acordos de Abraão”, como vem sendo chamados os tratados entre Israel e, até o momento, Emirados Árabes Unidos e Bahrein, com anuência da Arábia Saudita, indicam uma mudança importante na região. Palestinos, que percebem uma redução do apoio árabe à sua causa, e iranianos, que vem sendo vistos como o principal fator de risco na região, são os maiores insatisfeitos com o contexto que vem se desenhando.

Novo ataque a Camp Taji aumenta a tensão no Oriente Médio

Ontem (sexta-feira), forças dos EUA atacaram cinco instalações de armas de um grupo apoiado pelo Irã em retaliação ao ataque de quarta-feira que matou dois militares americanos e uma britânica. Esta manhã, houve um novo ataque com foguetes à Camp Taji. Ao mesmo tempo, os EUA posicionam dois strike groups e um grupo anfíbio na região, o que representa uma concentração de forças significativa.

A liderança do general David Petraeus

“Os problemas da construção da paz são infinitamente mais complexos que aqueles encontrados na condução de uma campanha militar. No intrincado quebra-cabeças que é comandar com sucesso a ocupação de um país com tropas, Petraeus revelou-se uma das grandes lideranças de nosso tempo”.