O retorno do Império Otomano é possível?

Tropas turcas e azeris em exercícios militares conjuntos na província de Kars, leste da Turquia (Foto: Reuters).

A Turquia governada por Recep Tayyp Erdogan, um admirador do Império Otomano, vem ganhando destaque internacional nos últimos tempos, com ações na Síria, em apoio ao Azerbaijão, e obtendo proeminência inclusive em tecnologias militares. Mas até que ponto isso pode significar o renascimento de um “novo” Império Otomano?

Radar Semanal 21/05/2021

O brigadeiro-general Esmail Ghaani, então recém-nomeado comandante da Força Quds do Irã, lê o testamento do major-general Qassem Soleimani, durante o memorial de quarenta dias no Grand Mosalla em Teerã, Irã, em 13 de fevereiro de 2020 (Foto: Nazanin Tabatabaee/WANA/Reuters).

Nesta edição do Radar, a postura da Turquia, e porque, na visão do autor do artigo, ela não deve retornar à esfera de influência do ocidente; a real efetividade das sanções americanas contra as vendas de armas da Rússia; o recente conflito entre Israel e Palestina pode conter lições militares para a Coreia do Sul; e as novas milícias iraquianas criadas pelo Irã, que reportam à Força Quds.

Turquia responderá oportunamente aos comentários de Biden

Ibrahim Kalin, o porta-voz da presidência da Turquia (Foto: Anadolu).

Os comentários do presidente dos EUA de que ancestrais otomanos estavam envolvidos em atos genocidas são “simplesmente ultrajantes”, disse o porta-voz.