Radar Semanal 18/06/21

Imagem: Australian Institute of International Affairs.

O Radar desta semana traz um estudo de qual deve ser a próxima Estratégia de Defesa Nacional dos EUA; uma análise da possibilidade de a China invadir a Ilha Pratas, controlada por Taiwan; Uma avaliação da situação militar da França no Sahel, com a Operação Barkhane; e um analista comenta os atritos entre a China e os países da comunidade de inteligência denominada Five Eyes.

Como a Dinamarca se tornou o posto de escuta da NSA na Europa

O Serviço de Inteligência Estrangeiro Dinamarquês trabalha há décadas em estreita colaboração com agentes americanos (Imagem: iStock).

Parceria entre agentes aliados não é via de mão única; por exemplo, analistas dizem que permitiu que a Dinamarca obtivesse inteligência americana de melhor qualidade do que a Alemanha.

Obama, Trump e Biden: consistência na política externa

Embora se espere que a política externa dos Estados Unidos sob a próxima administração Biden se afaste de alguns dos princípios-chave da política do presidente Donald Trump, como o “America First”, George Friedman, analista do Geopolitical Futures, aponta para uma grande possibilidade de continuidade, especialmente no que diz respeito às relações com a China e a Rússia.

A Grã-Bretanha retorna ao seu passado

Concluído o Brexit, a Grã-Bretanha deverá encontrar seu lugar no mundo. Embora a administração da União Europeia provavelmente vá procurar dificultar a vida dos britânicos, as perspectivas iniciais podem indicar que o futuro britânico fora da UE poderá não ser tão negro como alguns imaginam. De acordo com esta análise de George Friedman, o Five Eyes, uma aliança britânica com os EUA, Austrália e Nova Zelândia, todos países “descendentes” do Império Britânico, é uma das indicações positivas.