As armas avançadas do Irã, Parte 1: Corrida armamentista Irã-Turquia

O então presidente do Irã, Hassan Rouhani (esq.), e o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (dir.), em uma coletiva de imprensa conjunta após seu encontro no Complexo Presidencial, em Ancara, Turquia, em 16 de abril de 2016 (Rasit Aydoga/AFP).

Irã e Turquia são grandes e influentes países que seguem a política de “estratégia de profundidade”. O Irã procura criar um “crescente xiita” na Ásia Ocidental enquanto a Turquia busca criar um “crescente de países de língua turca”. Os dois arranjos se cruzam em alguns pontos.

Coreia do Norte pode acabar com armas nucleares táticas como resultado de corrida de mísseis intercoreana

Míssil tático superfície-superfície desenvolvido pela sul-coreana Hanwha na Exposição Internacional Aeroespacial e Defesa de Seul, Coréia do Sul, 15 de outubro de 2019 (Foto: Josh Smith/Reuters).

A Coreia do Norte afirma que seus mísseis são de autodefesa e acusa a Coreia do Sul e os EUA de ameaçar sua segurança com exercícios militares, compra de armas e outras políticas hostis.

A polarização bélica e a fabricação e uso de arsenais nucleares pelas grandes potências

Na segunda parte de sua série sobre a questão nuclear, Alessandro Andrade Lima aborda a polarização entre os EUA e a URSS, o início da corrida armamentista nuclear e, em sua esteira, a corrida espacial, e começa a tocar no tema “dissuasão nuclear”.

A evolução do estudo do átomo e o início da corrida armamentista nuclear

No primeiro de uma série de artigos sobre a questão nuclear, Alessandro Andrade Lima aborda desde a descoberta do átomo e a evolução das pesquisas, até o desenvolvimento das armas nucleares e o início da corrida armamentista nuclear durante a Guerra Fria.