Comando Espacial dos EUA rastreia foguete chinês descontrolado na reentrada em órbita

Foguete Longa Marcha-5B Y2 com o módulo central da estação espacial chinesa Tianhe, decola do Centro de Lançamento Espacial de Wenchang, em Hainan, China, em 29 de abril de 2021 (Foto: China Daily/Reuters).

Astrofísico de Harvard disse que detritos potencialmente perigosos provavelmente escaparão da incineração após entrarem na atmosfera, mas provavelmente cairão no mar.

China encara um balanço financeiro

Tomando por base o caso recente do Alibaba/Ant Group, é difícil discernir se acontecimentos incomuns são um sinal da fraqueza ou força de Pequim. A repressão a conglomerados de tecnologia trará medo em Pequim de que seu crescente controle sobre dados e informações, que o Partido Comunista da China deseja monopolizar, se traduzirão em poder político e romperão falhas históricas regionais e socioeconômicas da China? Ou Pequim está apenas se flexionando a serviço de uma política prudente?

As atividades (estratégicas) chinesas no Ártico

Os chineses vêm realizando expedições ao Ártico desde 1999 e teriam construído sua primeira base de pesquisa na ilha de Svalbard em 2004. Suas atividades árticas mais conhecidas são principalmente econômicas, especialmente uma cooperação energética com a Rússia, parte do esforço de Pequim para eliminar sua dependência de carvão para geração de energia e reforçar, de modo geral, a segurança de sua matriz energética.