Transferência de tecnologia militar

A transferência de tecnologia militar é um assunto sensível e fora do alcance da maior parte dos países. Além da disposição do país vendedor em cedê-la, requer que o país comprador, além da disponibilidade financeira, detenha também as condições técnicas e intelectuais para absorvê-la, sob pena de tornar a operação inócua.

Atualização da Doutrina de Gerenciamento de Crises: incidentes policiais e Centros de Consciência Situacional C5I na Quarta Revolução Industrial

O gerenciamento de crises é um tema importante para a atividade policial, pois visa expandir a possibilidade de investigar delitos ao fornecer conceitos atuais como forma de gerar melhor consciência situacional e imagem operacional de incidentes de todos os tipos e tamanhos, com a flexibilidade de aplicativos para smartphones em tempo real, agilizando a capacidade de resposta e de adaptação do Estado.

A Grã-Bretanha retorna ao seu passado

Concluído o Brexit, a Grã-Bretanha deverá encontrar seu lugar no mundo. Embora a administração da União Europeia provavelmente vá procurar dificultar a vida dos britânicos, as perspectivas iniciais podem indicar que o futuro britânico fora da UE poderá não ser tão negro como alguns imaginam. De acordo com esta análise de George Friedman, o Five Eyes, uma aliança britânica com os EUA, Austrália e Nova Zelândia, todos países “descendentes” do Império Britânico, é uma das indicações positivas.

USS Nimitz permanecerá no Oriente Médio

Apenas 96 horas depois de agradecer o trabalho da tripulação do strike group do USS Nimitz e anunciar as ordens para sua “volta para casa”, o secretário de defesa interino dos EUA, Chris Miller, ordenou que o grupo de batalha permaneça no Oriente Médio. A ordem é parte de medidas dissuasórias dos EUA para o caso de ataques iranianos devido ao aniversário do assassinato do chefe da Força Quds do IRGC, general Qassem Soleimani.

Serve para todos: a mente estratégica de um Comandante

As decisões importantes que levam à vitória muitas vezes passam por iniciativas que evitam possíveis erros, aquelas que poderiam causar uma derrota antes mesmo de iniciar o combate. Frequentemente são coisas simples e óbvias, mas nem sempre as enxergamos. Este é um dos fatores que diferenciam aqueles que aprendem a pensar estrategicamente.

Retrospectiva 2020

2020 foi um ano difícil. Além das guerras e questões geopolíticas que, desde sempre, moldam a história da humanidade, a pandemia da COVID-19 acabou se tornando um agravante em diversos aspectos, desde sanitários até políticos. Para o Velho General, foi um ano de muito trabalho e crescimento.

Nas monarquias árabes, o absolutismo pode estar diminuindo

As oito monarquias do mundo árabe estão entre as últimas monarquias absolutistas remanescentes na Terra. Em alguns aspectos, eles se mostraram surpreendentemente duráveis. Em comparação com as repúblicas árabes, Jordânia, Marrocos e os seis países do GCC (Gulf Cooperation Council, Conselho de Cooperação do Golfo) – Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Qatar, Bahrein e Kuwait – escaparam dos levantes da Primavera Árabe relativamente imperturbáveis. Mas alguns dos reinos árabes também estão enfrentando novos desafios que ameaçam encerrar décadas de governo monárquico.

A disputa de EUA e China pela hegemonia global

No início dos anos 1970, sob a liderança do secretário de estado Henry Kissinger e do presidente Richard Nixon, os EUA se aproximaram da China, visando afastar o país asiático da influência da União Soviética. Desde então o Dragão vem crescendo econômica e militarmente, expandindo sua influência e agora ameaça a hegemonia dos EUA.

Processo de Tomada de Decisões em Incidentes Críticos

O processo de tomada de decisão em momentos críticos, ou durante incidentes críticos, é complexo e requer experiência. Os gestores de organizações responsáveis por atuar nessas ocasiões, como policiais, socorristas e outros, devem trabalhar na capacitação de seus profissionais com foco na tomada de decisões e não apenas na criação de protocolos e regulamentos que não irão resolver imprevistos em momentos decisivos.

O dilema da inteligência

Todos os países, não apenas potências como Estados Unidos, Rússia e China, empregam serviços de inteligência. Grandes potências dedicam orçamentos bilionários, países menores nem tanto. Mas nenhum pode prescindir dessa atividade. É dever de qualquer chefe de Estado proteger sua nação, e saber o que os demais países pensam ou fazem – para além de discursos de ódio ou amizade – não é apenas fundamental, é imprescindível.