As primeiras ações de Biden no Oriente Médio

Os movimentos iniciais de Joe Biden em relação ao Irã e ao Oriente Médio parecem indicar uma mudança radical na política externa americana para a região. É difícil prever quais poderão ser os resultados efetivos, mas, como sempre pode acontecer, ainda que uma política pareça virtuosa seus resultados podem se distanciar muito das intenções.

Radar Semanal 06/02/2021

EXCLUSIVO ASSINANTES: Nesta edição, o golpe de estado em Mianmar, no sudeste asiático, uma análise de como a eleição de Joe Biden pode afetar as relações entre Israel e a Turquia, e um acadêmico americano acredita que o alinhamento ideológico pode estar empurrando os Estados Unidos ao totalitarismo.

As reversões de Joe Biden

Passado o período de promessas eleitorais, Joe Biden, agora empossado como o 46º presidente dos Estados Unidos, deverá lidar com a realidade das pressões sofridas pelos ocupantes da Casa Branca. Em relação à política externa, não será fácil cumprir todas as suas promessas de campanha frente às realidades que terá que enfrentar. Biden agora corre o risco de ser condenado pelo que fizer e pelo que não fizer.

Testemunhas da História

A ruína dos grandes impérios normalmente acontece muito mais por fatores internos do que externos. Independente de interferências de fora, são agentes internos que permitem sua infiltração, minando as bases que o construíram e causando sua derrocada. É possível que, infelizmente, estejamos presenciando um momento único na História.

A liderança do general David Petraeus

“Os problemas da construção da paz são infinitamente mais complexos que aqueles encontrados na condução de uma campanha militar. No intrincado quebra-cabeças que é comandar com sucesso a ocupação de um país com tropas, Petraeus revelou-se uma das grandes lideranças de nosso tempo”.