Ucraniano é condenado à prisão por contrabando de peças de S-300

Compartilhe:
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Alexander Marchenko (Foto: Russian Federal Security Service/Tass).

Alexander Marchenko (Foto: Russian Federal Security Service/Tass).

Um cidadão ucraniano foi condenado a 10 anos de prisão por tentativa de contrabando de peças de um sistema de mísseis antiaéreos S-300 russo para a Ucrânia, disse a assessoria de imprensa do Serviço de Segurança Federal da Rússia (FSB) à Tass nesta segunda-feira.

“Por decisão do Terceiro Tribunal de Recursos de Jurisdição Geral, o veredicto contra o cidadão ucraniano A. V. Marchenko, aprovado pelo Tribunal Regional de Krasnodar, por cometer um crime estipulado pelo artigo 276 do Código Penal da Rússia (‘Espionagem’), foi mantido e entrou em força legal. Pelo julgamento do tribunal, ele foi condenado a 10 anos em uma prisão de segurança estrita”, disse o FSB em um comunicado.

Em maio de 2018, Marchenko recebeu uma tarefa do funcionário do Serviço de Inteligência Estrangeiro ucraniano Pyotr Khomenko para adquirir klystrons na Rússia – peças sobressalentes para sistemas de mísseis antiaéreos S-300 – e recebeu US$ 163.000 pela implementação da intenção criminosa, diz o comunicado.

“Esperava-se que os itens secretos fossem transferidos para o exportador de armas ucraniano Ukroboronservis por meio de uma empresa intermediária na Macedônia”, disse a assessoria de imprensa do FSB.

O tribunal decidiu transformar os fundos alocados pelo Serviço de Inteligência Estrangeiro da Ucrânia para a operação de inteligência em propriedade da Rússia.

Marchenko foi preso em abril de 2019. Durante a investigação, os investigadores receberam evidências convincentes de sua cumplicidade na atividade dos serviços de inteligência ucranianos com o objetivo de infligir danos à segurança da Rússia, que serviu de base para o julgamento do tribunal.

Fonte: Tass.

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja também