Política identitária e teoria racial crítica não tem lugar nas forças armadas dos EUA

O então vice-almirante da U.S. Navy, Michael M. Gilday, testemunha perante o Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA em 31 de julho de 2019 em Washington, D.C. (Foto: Win McNamee/Getty).

A beleza do serviço militar é que o objetivo uniforme e comum suplanta o agrupamento por identidades individuais de cor, classe, gênero ou religião. A teoria crítica da raça levaria os militares na direção errada ao desfazer décadas, ou mesmo séculos, de trabalho para promover uma cultura centrada em equipe.

O controle do “politicamente correto” sobre as forças armadas americanas é perigoso

Fuzileiros do 11º Batalhão de Logística de Combate do 1º Grupo de Logística dos Fuzileiros Navais dos EUA, observam o pôr do sol na praia em Camp Pendleton, Califórnia (Foto: Adam Dublinske/US Marine Corps).

O tenente-coronel Matthew Lohmeier foi demitido de seu posto após críticas à teoria racial. A demissão chamou a atenção para a aparente intenção do governo de introduzir ideologias marxistas equivocadas e altamente inflamatórias nas fileiras militares. O impulso implacável para impor a conformidade aos militares com uma narrativa preferencialmente esquerdista é preocupante.

Comandante demitido em Fort Gordon fez “textos inadequados” para subordinada

O coronel Matthew Foulk, do US Army, foi destituído como comandante da 35ª Brigada de Sinaleiros em 17 de maio de 2021, após investigação por má conduta (Foto: US Army).

O coronel Matthew Foulk, do US Army, comandante da 35ª Brigada de Sinaleiros, foi destituído em 17 de maio de 2021 após uma investigação por má conduta.