Crise em Mianmar

A crise desencadeada pelo golpe de estado em Mianmar, antiga Birmânia, no último dia 1º de fevereiro, oferece uma interessante possibilidade de avaliar as posições e comportamentos das potências em confronto: de um lado a China, com interesses econômicos no país, e do outro, o novo governo dos EUA (e, em sua esteira, a UE), eleito sob a bandeira da defesa dos direitos humanos.

Radar Semanal 06/02/2021

EXCLUSIVO ASSINANTES: Nesta edição, o golpe de estado em Mianmar, no sudeste asiático, uma análise de como a eleição de Joe Biden pode afetar as relações entre Israel e a Turquia, e um acadêmico americano acredita que o alinhamento ideológico pode estar empurrando os Estados Unidos ao totalitarismo.

Fim da guerra (por enquanto) em Nagorno Karabakh

Uma conjunção de fatores levou o Azerbaijão a se sentir livre para atuar militarmente no Nagorno Karabakh, numa demonstração prática da máxima de Clausewitz. Ao mesmo tempo, o conflito pode indicar a nova realidade de um mundo multipolarizado, no qual a falta de freios impostos por potências hegemônicas ou organismos multilaterais abre espaço para que novas potências globais ou regionais atuem na defesa de seus interesses.

Guerra no Cáucaso

Armênia e Azerbaijão iniciaram um conflito de alta intensidade pela região do Nagorno-Karabakh. O resultado final dependerá em grande medida do posicionamento da Turquia, que apoia o Azerbaijão, e da Rússia, que supostamente é aliada da Armênia.

Sobre Suzano. Sobre o Brasil.

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