Para o Irã, armas nucleares podem esperar

Com uma população se afastando cada vez mais da religião e tendendo a preferir um governo secular, o regime dos aiatolás do Irã estaria mais inclinado a priorizar a recuperação da economia, gravemente afetada pelas sanções e pela pandemia do Covid-19, do que a obtenção de armas nucleares.

Radar Semanal 19/02/2021

Neste Radar, a China admite a morte de quatro militares nas escaramuças com a Índia em 2020; a radiografia de uma base de mísseis norte-coreana, pelo CSIS; uma tabela comparativa quantitativa das forças armadas dos países do Oriente Médio; artigo do War on the Rocks com reflexões sobre a Guerra do Golfo; e uma análise do Al-Monitor sobre a tríade Rússia-Irã-Turquia e a situação da Síria.

Radar Semanal 25/09/2020

O primeiro voo do Gripen no Brasil foi noticiado na imprensa internacional especializada. A Defense One diz que o contrato de US$ 13 bilhões da USAF com a Northrop Grumman para novos mísseis balísticos levanta dúvidas, e a Defense News noticia que o Pentágono visa uma esquadra de 500 navios. A Associated Press traz a troca de farpas entre EUA, Rússia e China na ONU, devido à Covid-19, e Putin parece estar ampliando sua atividade militar na Bielorrússia.

Radar Semanal 18/09/2020

No Radar desta semana, entre outros assuntos, o voo do protótipo do caça de 6ª geração da USAF, e uma análise das relações EUA-India em meio ao aumento das tensões com a China; a Foreign Policy trata das ambições da França no Oriente Médio, e a Gazeta do Povo avalia a visita de Mike Pompeo à fronteira Brasil-Venezuela. Uma visão dos interesses dos EUA na África pelo American Security Project, e uma atualização da situação na Bielorrússia pelo ISW.

Radar Semanal 11/09/2020

A questão na Bielorrússia e a atuação da Rússia na Síria; Um artigo do INSS de Israel com preocupações sobre a tensão entre China e EUA em meio aos planos chineses de dobrar sua capacidade nuclear. Ainda sobre Israel, um gráfico com os mísseis israelenses. A Al Jazeera produziu um interessante mapa interativo com o histórico de fronteira entre China e Índia. O Washington Post publicou reportagem sobre mais um incêndio em Beirute e, o USNI analisa o crescimento da marinha chinesa. O Al-Monitor trouxe uma matéria sobre os exercícios militares do Irã no Estreito de Ormuz e o The War Zone fala sobre o novo livro de Bob Woodward e a revelação de Trump sobre novos sistemas de armas nucleares americanas.

As atividades (estratégicas) chinesas no Ártico

Os chineses vêm realizando expedições ao Ártico desde 1999 e teriam construído sua primeira base de pesquisa na ilha de Svalbard em 2004. Suas atividades árticas mais conhecidas são principalmente econômicas, especialmente uma cooperação energética com a Rússia, parte do esforço de Pequim para eliminar sua dependência de carvão para geração de energia e reforçar, de modo geral, a segurança de sua matriz energética.