O Leviatã, submarino de ataque israelense

O Leviatã e um segundo submarino da marinha israelense são vistos durante manobra naval no Mediterrâneo, na costa de Haifa, em 9 de junho de 2021 (Foto: Amir Cohen/Reuters).

A frota de cinco submarinos israelenses classe Dolphin, com um sexto em construção, é envolta em sigilo e especulações. Movidas a motores diesel-elétricos e com tripulação básica de 30 militares, alguns analistas sugerem que essas embarcações são capazes de lançar mísseis nucleares – que Israel não nega e nem confirma possuir.

Radar Semanal 04/06/2021

Artigos recentes da internet na China alegam que o bombardeio da OTAN em 1999 contra a embaixada de Pequim na Iugoslávia foi intencional, alegando que a embaixada abrigava secretamente os restos mortais de um caça stealth americano F-117 Nighthawk abatido na região semanas antes (Foto: Reuters).

No Radar desta semana, um artigo questiona se não há interesses escusos por trás das críticas ao F-35; uma análise geopolítica dos interesses no Chifre da África; uma avaliação do recente pedido de desculpas francês pelo genocídio em Ruanda; e uma curiosa história, talvez incrível demais, sobre qual seria a verdadeira razão do bombardeio da embaixada chinesa na Iugoslávia em 1999.

Israel notifica EUA que atacou navio iraniano no Mar Vermelho

O navio de contêineres de bandeira iraniana Shahr e Kord no porto de Haydarpasa em Istambul, Turquia, 13 de dezembro de 2019 (Foto: Yoruk Isik/Reuters).

Embora oficialmente listado como um navio mercante, o Saviz era provavelmente uma base avançada secreta do IRGC.

As primeiras ações de Biden no Oriente Médio

Os movimentos iniciais de Joe Biden em relação ao Irã e ao Oriente Médio parecem indicar uma mudança radical na política externa americana para a região. É difícil prever quais poderão ser os resultados efetivos, mas, como sempre pode acontecer, ainda que uma política pareça virtuosa seus resultados podem se distanciar muito das intenções.