Nas monarquias árabes, o absolutismo pode estar diminuindo

As oito monarquias do mundo árabe estão entre as últimas monarquias absolutistas remanescentes na Terra. Em alguns aspectos, eles se mostraram surpreendentemente duráveis. Em comparação com as repúblicas árabes, Jordânia, Marrocos e os seis países do GCC (Gulf Cooperation Council, Conselho de Cooperação do Golfo) – Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Qatar, Bahrein e Kuwait – escaparam dos levantes da Primavera Árabe relativamente imperturbáveis. Mas alguns dos reinos árabes também estão enfrentando novos desafios que ameaçam encerrar décadas de governo monárquico.

Radar Semanal 20/11/2020

Entre outros, uma análise dos mísseis convencionais da China; o teste de um interceptador de ICBM lançado por destróier americano no Pacífico; um acordo Grécia-Emirados em meio às tensões com a Turquia; reportagem da Al Jazeera sobre Emmanuel Macron, da França; ataque de Israel à instalações iranianas na Síria; general americano afirma que o ISIS ainda é uma ameaça de longo prazo.

Radar Semanal 30/10/2020

Nesta edição, o Radar traz o terrorismo islâmico na França, a tentativa do Irã de mediar um cessar-fogo entre Armênia e Azerbaijão, o apoio da direita colombiana a Donald Trump, a audiência das “Big Techs” no senado americano em meio à corrida eleitoral americana, o risco de terrorismo químico na Bielorrússia e uma análise das relações EUA Rússia.

As Cruzadas

Apesar da motivação religiosa, as Cruzadas não foram campanhas militares movidas exclusivamente pela fé cristã. Além da libertação de locais sagrados, essas empreitadas tiveram diversos objetivos: tais como a contenção da expansão muçulmana, o restabelecimento de linhas de comunicação e rotas comerciais e a cobiça colonial por novas terras, além de redirecionar tensões sociais vividas na Europa.