Radar Semanal 12/02/2021

Neste Radar, sanções americanas a Mianmar, uma breve análise dos mísseis do Paquistão, a bomba nuclear do Irã de acordo com a inteligência da IDF; os EUA e países da OTAN intensificam operações no Mar do Sul da China e uma análise do Al-Monitor sobre a atuação da Rússia na Líbia.

A polarização bélica e a fabricação e uso de arsenais nucleares pelas grandes potências

Na segunda parte de sua série sobre a questão nuclear, Alessandro Andrade Lima aborda a polarização entre os EUA e a URSS, o início da corrida armamentista nuclear e, em sua esteira, a corrida espacial, e começa a tocar no tema “dissuasão nuclear”.

Radar Semanal 11/12/2020

Entre os assuntos desta semana, algumas matérias sobre armamento nuclear, exercícios marítimos no Indo-Pacífico e atividades no Golfo Pérsico; EUA devem sancionar Turquia pelo S-400, e um militar da US Navy rebaixado. E, claro, não poderia faltar um artigo sobre Chuck Yeager.

A evolução do estudo do átomo e o início da corrida armamentista nuclear

No primeiro de uma série de artigos sobre a questão nuclear, Alessandro Andrade Lima aborda desde a descoberta do átomo e a evolução das pesquisas, até o desenvolvimento das armas nucleares e o início da corrida armamentista nuclear durante a Guerra Fria.

A tragédia anunciada de Taiwan

Deixando de lado questões políticas e atendo-se apenas a uma avaliação militar, a retomada de Taiwan pela China Continental é meramente uma questão de tempo. Este artigo mostra, de forma qualitativa, quantitativa e através de análises comparativas com outros países, que, ao longo dos anos, Taiwan vem negligenciando sua defesa, confiando de forma excessiva nas garantias de segurança dos EUA.

A substituição e a modernização das ogivas das armas nucleares e termonucleares no futuro próximo

As armas nucleares são peças de engenharia de alta complexidade. Como qualquer munição, possuem data de validade, estimada em cerda de 100 anos para núcleos de plutônio e gatilhos de detonação de urânio-235. Boa parte das ogivas atualmente em uso terão que ser modernizadas ou substituídas nos próximos anos.

A manipulação das grandes potências pelos países periféricos

Mencionando os exemplos de Cuba e do Vietnã, entre outros, o desembargador Reis Friede analisa a habilidade de determinados países ditos periféricos em obter indiscutíveis vantagens, explorando com maestria a rivalidade das grandes potências.