Golpe na Guiné: repercussões geopolíticas para a indústria chinesa

O coronel Mamadi Doumbouya (Foto: VisionGuinee.Info).

Elementos do exército da Guiné se encarregaram de escrever um novo capítulo na tumultuada história política do país da África Ocidental, com consequências para os interesses industriais e econômicos chineses.

Radar Semanal 30/07/21

Imagem: Erika Wittlieb/Pixabay.

Nesta edição do Radar: Forças dos EUA sofrem derrota em simulação de combate em Taiwan e alarmam Joint Chiefs; Tunísia enfrenta sua pior crise política desde a Primavera Árabe; Crise afegã se deteriora e China quer substituir os EUA; Negociação é única saída para o Afeganistão.

A Peste Negra e o surgimento da Guerra Biológica

Jani Beg e o cerco a Caffa em 1345 (Ilustração produzida pelo autor).

Além de causar doenças e morte, armas biológicas são também uma forma de guerra psicológica, causando pânico em uma população e gerando grandes prejuízos econômicos. A primeira Guerra Biológica data de 1345, em uma ação que desencadeou a maior e mais mortal pandemia da história da humanidade.

Terrorismo em Moçambique

Militantes do ISIS (Foto: The Reference/Jericho Walls).

A quantidade de mortes e a crise humanitária gerada pelos deslocados fazem com que a situação em Moçambique seja gravíssima, existindo ainda o risco de espalhar o terrorismo islâmico pela África Austral, problema até então pouco comum na região.

Radar Semanal 18/06/21

Imagem: Australian Institute of International Affairs.

O Radar desta semana traz um estudo de qual deve ser a próxima Estratégia de Defesa Nacional dos EUA; uma análise da possibilidade de a China invadir a Ilha Pratas, controlada por Taiwan; Uma avaliação da situação militar da França no Sahel, com a Operação Barkhane; e um analista comenta os atritos entre a China e os países da comunidade de inteligência denominada Five Eyes.

Rosoboronexport assina contratos no valor de US$ 1,7 bilhão com a África Subsaariana

Foto: Valery Matytsin/Tass.

Uma delegação da empresa russa estará presente na Exposição Internacional de Segurança e Defesa Shield Africa 2021, que será realizada de 8 a 10 de junho.

A participação da China em Missões de Paz

Militares chineses em formatura pouco antes de sua implantação na missão da ONU em Juba, capital do Sudão do Sul. (Foto: PLA Daily/Weibo).

A participação da China nas missões de paz da ONU saiu de praticamente zero até uma posição de indiscutível liderança, em apenas três décadas. Isso ocorre por diversas razões, desde econômicas até políticas, geopolíticas e militares. Todas apontam para um maior protagonismo do gigante asiático no sistema internacional.

Radar Semanal 04/06/2021

Artigos recentes da internet na China alegam que o bombardeio da OTAN em 1999 contra a embaixada de Pequim na Iugoslávia foi intencional, alegando que a embaixada abrigava secretamente os restos mortais de um caça stealth americano F-117 Nighthawk abatido na região semanas antes (Foto: Reuters).

No Radar desta semana, um artigo questiona se não há interesses escusos por trás das críticas ao F-35; uma análise geopolítica dos interesses no Chifre da África; uma avaliação do recente pedido de desculpas francês pelo genocídio em Ruanda; e uma curiosa história, talvez incrível demais, sobre qual seria a verdadeira razão do bombardeio da embaixada chinesa na Iugoslávia em 1999.

Macron busca perdão pelo genocídio de Ruanda

O presidente francês Emmanuel Macron em coletiva de imprensa durante cúpula da UE em Bruxelas, Bélgica, em 25 de maio de 2021 (Foto: John Thys/Reuters).

Relatório de Ruanda sobre o genocídio no país em 1994 concluiu que oficiais franceses armaram, aconselharam, treinaram, equiparam e protegeram o governo ruandês da época, acrescentando que a França encobriu seu papel por anos.

Por que o Reino Unido está investindo em um novo regimento de rangers

Instrutores militares britânicos participam de demonstração para soldados nigerianos durante sessão de treinamento da Brigada das Forças Especiais 707 em Makurdi, na Nigéria, em 4 de outubro de 2017 (Foto: Pius Utomi Ekpei/AFP).

O novo regimento, composto por quatro batalhões, deve entrar em operação antes do final do ano, e segue ativamente o modelo dos Boinas Verdes norte-americanos.