Por José Miguel Alonso-Trabanco*
Hugo Chávez e Fidel Castro em 2006 (Rick Eglinton/Toronto Star/ZUMA).O exemplo da atuação de Cuba na Venezuela mostra que os serviços de inteligência são multiplicadores de forças capazes de melhorar a posição geopolítica de um país e torná-lo um ator relevante em dinâmicas complexas.
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